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Por que você deveria saber a diferença entre marketing político e eleitoral?

Por que você deveria saber a diferença entre marketing político e eleitoral?

Você sabe a diferença do marketing político para o marketing eleitoral? Se não sabe, deveria. Aliás, em tempos e em ano de eleição, ficar atento a candidatos, propostas, estratégias e campanhas é essencial.

Sem caminhar rumo as discussões partidárias ou apontar detalhes sobre campanhas e nomes, precisamos entender a diferença entre o marketing político e o marketing eleitoral.

Mas o principal é entender a importância de cada um e sua aplicação na tão falada era digital.

Marketing político

O marketing político significa as estratégias de marketing aplicadas para fins políticos de um individuo que já possuí um determinado cargo e está se candidatando a outro ou está reafirmando seus valores e ideias. E isso se aplica a grupos políticos, governos ou partidos.

Ou seja, trabalhamos no marketing político, também chamado de marketing de governança com branding. Aqui há um objetivo de estreitar, aproximar, responder, manter contato com o público que o elegeu ou com o público que pretende conquistar com base na correspondência.

Há uma incessante e incansável estratégia para te convencer que estar naquela posição é o melhor para você.  E essa estratégia  precisa ser contínua e a longo prazo.

Hitler sabia bem o que era marketing político. Acho que ninguém diz o contrario, não é mesmo?

Marketing eleitoral

O marketing eleitoral são todas as estratégias usadas para eleger um candidato. São as inúmeras campanhas e tentativas de persuadir você a votar. Seja na rádio, na TV ou no carro de som (aqueles com jingles para decorar e não te deixar esquecer o número).

As estratégias são apenas para aquele momento ou um determinado pleito, uma eleição. Sendo a curto prazo e intensas, persuasivas e muitas vezes cansativas (não diga que não!).

Na maioria das vezes por ter um determinado tempo, as campanhas de marketing eleitoral são na teoria mais fáceis de serem mensuradas e analisadas.

Mas não ache que o marketing eleitoral e o político caminham separados. Na verdade um é complemento do outro. Em termos simples, começamos pelo eleitoral e depois atuamos com o político. Conquistar e na sequência manter.

Julio César, o guerreiro que se tornou imperador, quando chegava a cidade de Roma depois de uma batalha, organizava desfiles militares para reafirmar suas conquistas.

No Egito se construíam pirâmides para reafirmarem poder e grandiosidade, na Grécia eram horas de oratórias e discursos pelas ruas a fim de ganharem seguidores e apoiadores. E olha que funcionava!

Tecnologia e marketing politico/eleitoral

Outro ponto importante e aliado hoje para campanhas políticas e eleitorais são os avanços tecnológicos. Se nos aproximarmos um pouco mais na linha da história, começaremos a ver o uso da tecnologia ligado ao marketing político e eleitoral.

Um bom exemplo disso é a utilização do rádio: “Mussolini em 1925, foi um dos primeiros políticos a usar o rádio para mobilização das massas. Franklin D. Roosevelt também lançou mão do rádio em 1933 e Hitler fez dele o principal canal para sua ascensão ao poder na Alemanha. Aqui no Brasil, Getúlio Vargas, na década de 30, também lançou mão do rádio como ferramenta de marketing político.” – Eleitor online.

Hoje em dia, o Facebook, Instagram, Twitter e Snapchat, por exemplo, explodem em imagens, vídeos, transmissões ao vivo e conteúdo na época das campanhas. Aliás, um erro que pode custar muitos votos, é acreditar que somente na época das eleições e nos meses que precedem, as campanhas e o contato com o eleitor devem ser intensas. Ou acreditar que fotos de perfil, capa e fanpages, vão levar o candidato ao sucesso e ao conhecimento do público.

Se você trabalha com política pense em dois pilares básicos para estruturar sua campanha eleitoral ou política:

1 – Interação é essencial: Candidatos e eleitores precisam trocar informações. E o eleitor precisa se sentir especial. Não vamos colocar respostas automáticas nas mensagens privadas e muitos menos desejar sempre um feliz aniversário com uma imagem pré-feita.

Pense no diferente e dedique-se a elaborar sua campanha com tempo e atenção. Ninguém quer mais do mesmo, ou pior, ninguém acredita e apoia mais do mesmo!

2 – Engajamento: Sou suspeita para falar. Adoro essa palavra e acredito que ela tem sido quase uma lei nos tempos do digital. Você precisa de propagadores da sua mensagem, porta-vozes, influenciadores. Se você quiser também vale apostar em blogueiros, influenciadores digitais e dar uma cara que te auxilie. Mas lembre-se, a linha entre o falso e o credível em assuntos políticos é ténue e um exagero pode ser fatal. Usuários não perdoam!

O mais importante quando se trabalha com política é acreditar no que está sendo feito. Você realmente acredita nas propostas e projetos do candidato para quem você trabalha? Delicado pensar dessa maneira. Eu sei! Mas só assim você saberá medir e fazer o melhor dentro daquilo que você sabe e consegue.

Boa sorte e que venham as eleições!

(Obs: Vote com consciência e avalie as propostas e o histórico do seu candidato favorito, nosso futuro pode mudar nas urnas. Mudemos, porque eu me incluo, com responsabilidade).

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Sabrina Kelly

Mineira de Belo Horizonte, publicitária em formação, apaixonada por viagens e fotografia. É técnica em Sistemas da Informação pelo Colégio e Faculdade Cotemig e fez um intercâmbio em Jornalismo na Universidade de Coimbra, Portugal. Escreve para a Obvious Maganize, produz conteúdo para e-commerce e é criadora da Loja Virtual Feitio.

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