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Voltar-se a si mesmo é expandir-se para o mundo

Voltar-se a si mesmo é expandir-se para o mundo

Quantas vezes nessa vida nós teremos de enfrentar momentos de confusões internas em nós mesmos? Pode ser uma forte insatisfação com os rumos inertes no meio profissional, este que desencadeia correntes de improdutividade, criatividade estéril e renúncia à autoconfiança.

Afinal, por onde anda o sentido disso tudo?

O sentido está andando pelas entranhas do subconsciente, onde, no fundo, sabemos que precisamos nos mudar, nos percebermos nos seus detalhes, nos permitirmos sermos de fato o que queremos ser e não um ser amorfo, sem forma, resultado do trabalho algoz do sistema. Somos vítimas, porém hipócritas, pois não deixamos de sermos cúmplices. Talvez reféns.

Manhã de sexta-feira. Renascemos próximo ao fim de semana na esperança de afogarmos nossa exaustão semanal em um copo americano qualquer. Como se largássemos nossos problemas em um centrifugador moral imaginário para nos prepararmos para o próximo ciclo de labuta. Quantas vezes levantamos de nossas camas contra a nossa própria vontade? Multiplique esse número de vezes. Sejamos francos com nós mesmos. Desacreditamos, muitas vezes, em nosso próprio potencial. Andaram podando nossos sonhos e já faz tempo. Amarraram qualquer ideia nossa de ser estranho (lê-se diferente). Não nos ensinaram (nas escolas da vida) como desenvolver nossas habilidades e descobrir nossas predisposições. E isso lá atrás, em épocas de puberdades inconstantes e escolhas curiosas.

Estamos em meio a esse jardim de espécimes distintamente catalogadas para o mercado. Não se agrada mais a todo cliente, nem somos eficazes para todo tipo de caso. E o quanto ao nosso caso? Não há justiça se pensarmos que é obrigação nossa estarmos sempre disponíveis a qualquer tipo de sacrifício em prol de uma locupletação egoísta. Nos tornamos vítimas de nossa própria (falsa) limitação.

Pois bem, já que aqui nos encontramos, não temos mais tempo a perder. Mover-se é necessário! O fato de largarmos mão de algo não significa diminuirmos nosso conteúdo, ou nos limitarmos, pelo contrário, é dar margem ao que não enxergávamos enquanto nos mantínhamos de olhos vendados ao que o mundo pode nos oferecer. Um caminho mais justo e prolífero, que nasceu de nossa essência pessoal, diferente daqueles rumos medíocres e rasos que tínhamos quando começamos essa conversa.

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Marcos Holanda

Curioso. Inconstante. Inconformado. Seria interessante me conhecer um pouco mais pelos meus textos, eles representam parte de mim. Então, boa leitura!

Um comentário em “Voltar-se a si mesmo é expandir-se para o mundo

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