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Teoria da diversão: pequenos detalhes, grandes resultados

Teoria da diversão: pequenos detalhes, grandes resultados

Pare um pouco para pensar: como você consegue se lembrar de uma empresa: pelo produto ou pela forma como ela vendeu o produto?

Provavelmente você dirá que foi pela forma como ela vendeu o produto. Percebo que muitas empresas estão entendendo o efeito do (bom) humor para que os clientes possam identificar a marca e assim construir uma imagem mais receptiva do que ela se propõe.

Na dose certa, e da forma adequada, é possível inserir (bom) o humor nas ações da empresa através de pequenos detalhes e de simples ações. Mas faço duas observações:

1- a importância do “bom” humor, já que existem pessoas que desrespeitam para poder fazer outros sorrirem;

2- não é preciso necessariamente fazer dar gargalhadas, basta ser algo provocativo. A Teoria da Diversão tem como proposta proporcionar conexão entre as pessoas através de gestos simples, de provocações, ou da criação de situações engraçadas para abordar assuntos sérios.

Posso destacar a “Corrente da felicidade”, da Kibon, que trouxe a ideia de se propagar o bem, ou como a ação de “Conscientização sobre não dirigir bêbado” do Drunk Valet Bar e Aurora Boteco Ferraz; ou ainda, da divertida forma como a Durex quis passar (vender) a “Necessidade do uso da camisinha”. Isso faz parte do marketing? Não tenha dúvida, mas vai além da abordagem tradicional do marketing – e talvez dos seus 4Ps, ou de fórmulas pré-fabricadas que vem dado certo há um bom tempo. Nos tempos atuais, criatividade para o desenvolvimento deste tipo de ações é fundamental não só para atrair, mas também reter os clientes.

Pense, por exemplo, numa pessoa que você admira muito. Já pensou qual seria a razão dessa admiração? Talvez ela tenha alguns ou todos os aspectos acima mencionados e você nem se deu conta. O vídeo “Escolhendo subir a escada a pé em vez da escada rolante” traz essa ideia da Teoria da Diversão como algo provocativo, algo que a princípio pode parecer estranho – como boa parte do que é novo-, mas que aos poucos vai nos seduzindo a partir da interação realizada, e da maneira como nos é feita a reflexão sobre alguns temas.

Como você tem usado a sua criatividade?

Você dá valor às pequenas ações… aos pequenos gestos?

Tem andado distraído para depois focar no que é mais importante?

Pequenos detalhes podem gerar grandes resultados.

“A desobediência é uma virtude necessária à CRIATIVIDADE.” (Raul Seixas)

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Ricardo Verçoza

Professor; Administrador formado pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP); Pós-graduando em Docência no Ensino Superior pelo Senac; Acadêmico de Recursos Humanos pelo Instituto Brasileiro de Gestão e Marketing (IBGM); Estudioso de empreendedorismo, responsabilidade social e da Geração Y. Tenho na educação a esperança de transformação deste mundo: pessoas conscientes contribuem para um mundo melhor!

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