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Tinderizando a vida – A influência dos apps em nosso dia a dia

Tinderizando a vida – A influência dos apps em nosso dia a dia

Grande parte dos leitores que vão ler esse artigo já usaram o Tinder e a parte (que também usaram e não vão admitir) já pelo menos ouviram falar. Mas fique calmo, esse artigo não é para falar sobre a quantidade de Matchs que terminaram em encontros bem sucedidos ou ainda menos sobre os processos e assédios entre os fundadores do Tinder. Mas, sim, sobre como pequenos padrões gestuais e visuais se tornaram tão comuns no nosso dia-a-dia que modificam nosso comportamento.

7a0d1631-b09d-4236-9245-be51d9c0083dSlide, Swipe, Check, Press… Hoje em dia, já é possível finalizar compras com simples swipes na tela. Além disso, você pode encontrar o amor da sua vida ou descartar um romance com um swipe para direita e outro para esquerda. E pode dizer, você também já pensou como seria prático se existisse um tinder para os comerciais. Você também pode mudar de tela e lembrar que tem mais uns 40 apps que você não abre a meses (e outros que você nem lembra de ter baixado). Os dois cliques, que sempre foram a ‘confirmação’ para alguma ação nos desktops, agora também são motivos de aprovação e ainda exibem um coração. Se você abre um app e se depara com um único ícone no rodapé da tela, já imagina que ele chamará um taxi ou um fast food. Ah, e se pressionar ele, gravará aquele vídeo maneiro para enviar pros amigos.

Visualmente falando, o quanto não foi discutido os eternos 2 ‘checks’ do WhatsApp (e quantos relacionamentos não sofreram com isso) para saber se realmente a mensagem tinha sido lida ou não e que com a recente atualização finalmente não deixou incógnitas para o que significa. Não que seja ele o percursor da ideia, mas é engraçado como um preenchimento de um ícone pode fazer tanta diferença, as vezes até mais que o próprio propósito do app, que é enviar a troca de mensagens…

Corações e “Xizes”. Swipe para direita ou para esquerda. Desbloquear ou não. A simplicidade e velocidade do mundo mobile não permitem dúvidas: ou é 8 ou 80.

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Arthur Castro

Respira Mobile e inovação. Sempre conectado com algum iGadget, é exemplo vivo dessa geração "alguma letra". Além de escrever aqui e em outros blogs, é palestrante e passa os dias criando apps.

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