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Criatividade: ter histórias para contar é inspirar pessoas, é revolucionar mundos!

Criatividade: ter histórias para contar é inspirar pessoas, é revolucionar mundos!

Sentir o vento em um dia de chuva, andar de bicicleta em um dia ensolarado, definir uma estratégia inovadora para a empresa, ou simplesmente ser atencioso (a) com aquele determinado cliente que reclamou pelas mídias sociais. Sair da zona de conforto é fundamental para o processo criativo, e enquanto seres humanos temos que alimentar este processo nas ocasiões (pequenas ou grandes) que nos são concedidas para viver. Quantos fatos inspiraram você a ter uma postura diferente? Quantas histórias você vivenciou a ponto de reinventar coisas que antes achava imutáveis? Entenda que não estou falando necessariamente de quantidade, mas da qualidade das experiências e dos consequentes aprendizados que foi possível obter.

Sair e viajar de avião fazendo o próprio coração voar; mergulhar em águas geladas de uma cachoeira com os amigos; refazer o posicionamento da marca depois de uma crise ou até contribuir com a qualificação da comunidade que está próxima das instalações da empresa. Seja no aspecto pessoal ou no profissional, as experiências alimentam não somente a sede por novas aventuras, mas também nos possibilita ampliar a visão sobre o mundo e enxergar aquilo que antes não era possível. Como gerar mais interação que a última ação do concorrente? Como atrair pessoas talentosas para nossa empresa que realmente queiram “vestir a camisa”? Ter história para contar é inspirar as pessoas a realizar o que antes parecia impossível, é modificar hábitos improdutivos e desafiar crenças limitantes.

Essas mesmas crenças nós nutrimos desde crianças, algumas até se modificam, outras permanecem inalteradas e bloqueiam as janelas que utilizamos para descobrir o mundo com suas cores, seus medos, suas maravilhas e problemáticas.

Ir para uma festa a fantasia sem preocupação, observar as crianças brincarem no parque com grande naturalidade, resolver um impasse com o fornecedor no último instante ou até pensar uma forma diferente para que as mulheres possam entender a importância dos exercícios físicos. Entenda que a qualidade das experiências provoca a criatividade e nos possibilita enriquecer de tal forma as conexões e os padrões de raciocínio que fazemos muito de pouco, e algo simples pode se tornar uma “sacada” nunca antes concretizada. E não se esqueça do bom humor! Percebo que tudo que o ser humano vem desenvolvendo está sendo permeado por doses de bom humor: filmes, comerciais, palestras, aulas, cantadas… Então, por que não aperfeiçoar este elemento a favor de sua criatividade? Se você for abordar o uso do preservativo, por exemplo, você pode ousar e usar o bom humor. Se você pensa em estreitar a relação com seus clientes, faça de tal forma que eles percebam coisas além da própria empresa: percebam a própria humanidade, como a Natura o fez.

Ler um bom livro sentado a sobra de uma árvore, tocar violão em um luau com os amigos e parentes, enviar no prazo aquele produto ou até reconhecer as pessoas quando elas atingem as metas e expectativas na empresa. Ter história para contar é revolucionar vários mundos: os mundos pertencentes às pessoas. Esses mundos muitas vezes são fechados em si mesmos, são privados de conexão voluntária ou involuntariamente, e são ávidos por coisas inesperadas. Logo, questione-se sempre!

Que histórias tu terias para contar as pessoas para inspirar, revolucionar e enfrentar o que não foi enfrentado?

Que histórias tu terias que fariam surgir novas histórias, novas perspectivas, novos questionamentos?

Que história tu terias para ensinar sem pôr medo, estimular sem utilizar velhas fórmulas, ou para despertar o desejo pelo inusitado?

“É preciso provocar sistematicamente confusão. Isso promove a criatividade. Tudo aquilo que é contraditório gera vida”. (Salvador Dalí)

Pense nisso.

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Ricardo Verçoza

Professor; Administrador formado pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP); Pós-graduando em Docência no Ensino Superior pelo Senac; Acadêmico de Recursos Humanos pelo Instituto Brasileiro de Gestão e Marketing (IBGM); Estudioso de empreendedorismo, responsabilidade social e da Geração Y. Tenho na educação a esperança de transformação deste mundo: pessoas conscientes contribuem para um mundo melhor!

Um comentário em “Criatividade: ter histórias para contar é inspirar pessoas, é revolucionar mundos!

  1. Concordo plenamente. Vivenciei uma experiência impar na minha carreira de professor de história há alguns dias atrás desse mês de Novembro de 2014 com turmas de alunos e alunas do ensino médio para os quais estou lecionando devido uma reviravolta complicada que ocorreu na minha vida profissional (mas isso é uma outra história).

    No domingo a noite depois de fazer algumas ações na minha “agência de marketing digital” Opções Consultoria em Internet e Marketing (fica no meu quarto kkk) eu direcionei meus pensamentos para a estratégia de aula que utilizaria na segunda-feira com meus alunos e alunas da escola Avelina Palma Losso de Piracicaba, então decidi fazer uma atividade de pesquisas no laboratório de informática, o tema estava relacionado com a Segregação Racial e Ku Klux Klan (2º ano ensino médio).

    Após realizar a chamada comuniquei (comunicação é realmente essencial na relação com qualquer público que estamos contactando) que nós iriamos pesquisar no laboratório de informática, não precisei falar duas vezes, eles mesmos pressionaram os colegas que estavam demorando para entrar na sala de aula e logo fomos fazer a pesquisa, eu já fiz esse trabalho em outra escola e já sábia que na sala de informática eles são outros e elas são outras, muda completamente a relação professor- aluno, é como se a dor do “cliente” fosse atendida.

    Mas confesso, com Ensino Médio a sensação foi totalmente diferente, meu ego inflou, no momento que comecei passar o roteiro na lousa branca (adeus giz e apagador de madeira), toda a história do envolvimento recente com o marketing digital passou em minha mente, com avental branco eu e aqueles (as) jovens dialogando sem gritaria,sem rabugice do meu lado e do deles (as) vi o quanto atender o seu público naquilo que ele deseja e necessita faz ele se aproximar de nós, não foi uma ação maquiavélica do tipo vou levar no laboratório para a aula passar mais rápido.

    Quando eles pesquisavam o tema no Wikipédia, liam o texto até a parte que achassem já ter encontrado a informação relevante para o assunto proposto e pesquisavam a imagem para ilustrar o trabalho meus alunos e alunas conseguiam ter a dimensão do que foi esse fato histórico ocorrido nos E.U.A. sem julgamentos sobre o bom e o mau, sem fazer discursos eloquentes sobre o racismo eu consegui passar a mensagem de uma maneira que todos conseguissem ter no minimo a percepção do que eles estavam estudando.

    O mais prazeroso de tudo é quando toca o sinal, o aluno ou aluna está saindo da sala e ele ou ela diz:

    – Tchau Professor!

    Como diz o racionais:
    _ Só quem é de lá sabe o que acontece.

    Detalhe, eu poderia pedir que imprimissem o trabalho e trouxessem pra mim na próxima aula, mas não, eu crie um Gmail institucional ali mesmo na frente deles e disse para que terminando o trabalho de pesquisa enviassem para o e-mail deles e estudassem para avaliação bimestral e que me enviassem pelo e-mail que criei ali, porque a pesquisa valia 8 pontos, conexão realizada totalmente.

    Com todo carinho e humanidade vejo meus alunos e alunas como clientes e realizo atendimento personalizado acompanhando o tempo de cada um, com os alunos (as) dessa escola aprendi uma boa tática para eles (as) pelo menos lerem o enunciado da questão, eu leio com eles e digo a palavra-chave da resposta certa, ai eles vão lendo as alternativas novamente até a encontrar a resposta, a educação e seus familiares merecem.

    Marcos Cordeiro
    Opções Consultoria em Internet e Marketing

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