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Porque você ainda vai ouvir falar bastante sobre “O2O”

Porque você ainda vai ouvir falar bastante sobre “O2O”

Apesar de que o nome pode não parecer muito familiar, o conceito não é novo e você provavelmente já realizou alguma operação de O2O, melhor, Online to Offline. 

A diferença aqui é a grande revolução que o mobile fez, seja no nosso comportamento, nos meios de comunicação, nas possibilidades de interação e até nas tecnologias emergentes que facilitam isso.

Como estamos cada vez mais conectados (o fato de olharmos 150 x por dia para nossos devices diz muito sobre isso, certo?) e os smartphones ‘inundando’ o mercado, em uma velocidade extraordinária (Chegamos a quase 2 bilhões de smartphones no mercado, só esse ano), soluções para diversas atividades vão sendo cada vez mais exploradas, como por exemplo, mobile payment e beacons. E com isso, a implementação e possibilidades para O2O vão só se tornando mais comuns.

A internet ajudou e facilitou muito a possibilidade de comprar através dela. Começando por exemplos mais práticos, comprar aquela roupa bacana com desconto em um e-commerce de moda, fazer um pedido daquela pizza direto do smartphone e até comprar bugigangas internacionais.

Entretanto, nem tudo que você compra pela internet pode ser embalado em uma caixa e entregue na sua casa, certo? E nem sempre você quer que algo seja entregue na sua casa. Talvez você queira algo nas redondezas de onde está, seja perto do trabalho, em um passeio a tarde ou mesmo no shopping.

É ai que entra essa ‘evolução’ do O2O. Você já pediu um táxi por um aplicativo? Ou uma reserva de um hotel? Ou mesmo comprou um ingresso e só mostrou a tela do smartphone na entrada do cinema? Bem, essas experiências também são de O2O (Pensando um pouco mais a fundo, até o Tinder é uma experiência de O2O).

Para você não pensar que O2O é uma ‘modinha’ que vai demorar a pegar, os investimentos em empresas de O2O não param de crescer, saiba que Arbnb já é avaliada em mais  de U$10 bilhões, a Reserve, uma startup para indicações e reservas de mesas e até pagamento antecipado em restaurantes, recebeu investimento de diversos fundos, e não pense que o Brasil fica de fora: A Movile, que já é acionista majoritária do iFood, investiu R$36 milhões no Apontador, buscando aumentar experiências de O2O.

Para quem curtiu o assunto, deixo alguns exemplos de grandes players que já estão aplicando o conceito. Se alguém quiser mais, é só me pedir nos comentários ou manda um tweet pro @arthurklose!

Taco Bell Mobile Ordering

Starbucks: Buy your coffee with your iPhone

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Arthur Castro

Respira Mobile e inovação. Sempre conectado com algum iGadget, é exemplo vivo dessa geração "alguma letra". Além de escrever aqui e em outros blogs, é palestrante e passa os dias criando apps.

Um comentário em “Porque você ainda vai ouvir falar bastante sobre “O2O”

  1. Bom dia, Arthur

    Gostei bastante de seu artigo, apesar de ter-me suscitado mais dúvidas que esclarecimentos. Afinal, o que é mesmo o mkt O2O? Semelhante ao que a Google está testando em Kansas? O impulso maior veio mesmo da China, em tempos recentes, como algumas publicações citam? Quais as efetivas vantagens para ao consumidor? Algum aplicativo rastreia os gadgets próximos? Como toda esta tralha funciona?

    Muito grato e feliz Páscoa, para você e para aqueles a quem ama.

    Abs,

    Sergio

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