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Seja líder ou professor: não dê treinamentos. Forme novos artistas!

Seja líder ou professor: não dê treinamentos. Forme novos artistas!

Em tempos de informações aceleradas… Em tempos de um constante avanço nos setores da sociedade… Em tempos de aprendizagem dinâmica, o líder e o professor devem recriar seu papel na atualidade. E isso não se trata apenas de utilizar redes sociais, tablets ou vídeos legais, saber uma nova ferramenta de gestão ou ser carismático, mas de abrir os horizontes para enxergar na dinâmica do mundo todo o potencial que um ser humano pode (e deve) desenvolver.

A conexão com os meios mais modernos certamente é importante. No entanto, já que os profissionais e estudantes têm acesso por meios diversos à informação, qual vai ser o papel deste líder ou professor e sua articulação fora dela? Quais serão as formas de aprendizagem trabalhadas? Em qual universo líder/professor vai estar: no universo alheio a tudo o que está acontecendo, ou ao universo da ação e colaboração? O desafio de hoje é grande, mas não menos prazeroso. Escolhemos, então, o universo da ação, da invenção em conjunto, trazendo o indivíduo para perto e o fazendo aprender de forma crítica, aprendendo dentro de seu próprio contexto e se interligando a outros. O estímulo a tentativa e erro como forma de crescimento pessoal deve ser uma instrumento trabalhado com paciência e sabedoria, já que pode possibilitar uma melhor compreensão do talento particular.

Se as ferramentas e as fontes não são mais segredos, necessitamos de INSPIRAÇÃO! O líder e professor é o cara que propõe a pergunta e que estimula o hábito de perguntar; é aquele que ajuda a criar uma rede de valores; é aquele que mostra que importante mesmo é ser autêntico! Além disso, ele faz as pessoas entenderem que a vantagem competitiva não está na estrutura ou na tecnologia; está, antes de tudo, na capacidade que cada indivíduo tem de fazer e transformar, questionar e melhorar.

Copiar, compilar, repetir? Isto pertence ao líder e ao professor do passado, aquele que considerava todos os indivíduos iguais e desprovidos de identidade. Hoje, devemos colaborar, compartilhar, cooperar, criar junto, e acima de tudo, recriar quando assim for necessário. O líder e o professor com características de treinador, se não estimular a imaginação e a vontade de aprender, acaba assim, virando um repetidor de velhas fórmulas. O treinamento está focado para as tarefas. E quanto ao comportamento? Como cuidaremos do comportamento? Aí é que entra o papel do líder e do professor: para além da tarefa, ele provoca o aperfeiçoamento do comportamento e faz com que se veja as coisas com mais clareza, mesmo com as dificuldades corriqueiras e muitas vezes inevitáveis.

Felizes são aqueles que se encontram em um constante estado de reinvenção!

 

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Ricardo Verçoza

Professor; Administrador formado pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP); Pós-graduando em Docência no Ensino Superior pelo Senac; Acadêmico de Recursos Humanos pelo Instituto Brasileiro de Gestão e Marketing (IBGM); Estudioso de empreendedorismo, responsabilidade social e da Geração Y. Tenho na educação a esperança de transformação deste mundo: pessoas conscientes contribuem para um mundo melhor!

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