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Marketing Sensorial: mais do que marketing, uma experiência marcante

Marketing Sensorial: mais do que marketing, uma experiência marcante

Como não é desconhecido da grande maioria que frequenta os corredores do Ideia de Marketing, onde alguns autores com suas abordagens e visões pessoais/profissionais nos trazem informações valiosas, o Marketing Sensorial se mostra uma ferramenta que – me perdoem o trocadilho infame – faz toda o sentido na hora de apresentar e reapresentar a marca.

Pensando sempre no tempo cronológico que nos encontramos, ou seja, o hoje, aqui, agora, possuímos a noção de que o que realmente faz a diferença quando nos relacionamos com os clientes é uma coisa que buscamos e ansiamos na maior parte do tempo: uma experiência marcante. Experiência essa que nos proporcione benefícios que possamos disseminar para nossos amigos, familiares e que exista a possibilidade de, ou passar por essa experiência novamente ou por outra tão impactante quanto.

Nesse caminho que se mostra infindável, utilizamos o Marketing Sensorial para nos aproximar mais de nossos clientes e, mais do que isso, proporcionar a tão admirada experiência marcante, atrelando os benefícios que isso resulta à nossa marca. Acredito que é exatamente isso que represente um grande mecanismo que leve aos mais diversos impactos pelas tantas ações que presenciamos no mercado: PDV, Guerrilha, Embalagem, Branding, enfim, e em tantas outras que se desenrolam a partir dessas e outras ações.

Na visão, existe aquele velho e famigerado ditado que, por mais que estejamos cansados de ouvir (e ler), sempre é bom lembrar: a primeira impressão é a que fica. Isso tem sua verdade, ainda mais quando se pensa que, no caso de uma má impressão, o trabalho a fim de contornar a situação será maior e mais dispendioso – e necessário! Logo, essa primeira vista a uma marca, produto ou serviço, deve carregar formas, cores e texto (em muitos casos) que visam ter ou já tenham familiaridade com o público-alvo. A discrepância entre cores e o que o produto é causaria um desconforto na hora de utilizá-lo, o mesmo ocorreria no PDV, a assimilação deve ser rápida, agradável e interessante para que o cliente ou potencial cliente sinta-se confortável física e internamente com quem ele irá investir confiança.

Se no momento em que enxergamos e compreendemos algo e isso estar acompanhado de um uma sonoridade harmoniosa com a situação, teremos uma maior propensão de compra. Certo? Em uma loja de varejo, onde o que se busca é a compra massiva de materiais houver uma valsa ou bossa nova de trilha sonora, o cliente levaria mais tempo e talvez raciocinaria mais, com um senso crítico maior para decidir comprar, pois trata-se de um gênero sonoro mais lento e calmo, levando até mesmo à desistência, pois a ideia é a compra rápida, acelerada e compulsiva, em muitos casos. Por isso, encontramos musicas mais dinâmicas e animadas, nada muito pesado, mas que não deixe o consumidor ficar parado no momento em que ele deveria estar olhando e colocando outro produto na sacola.

Sabe quando você passa perto de uma padaria e sente aquele cheirinho de pão que acabou de sair do forno? E de estabelecimento de pão de queijo, então? Você consegue sentir-se mastigando o pão de queijo na hora! Se houver uma degustação no PDV, é provável que lhe conquiste. Já em outros segmentos, encontramos fragrância que nos fazem lembrar da marca causando uma memorização muito maior. Aquelas marcas que têm um cheiro próprio, sabe? Se a experiência for muito boa, tem gente que voltará só pra perguntar que perfume é aquele.

Receber o cliente em uma área exclusiva, com uma agradabilidade sensorial muito maior, oferecer café, chá ou o simples copo d’água que não se deve negar nunca! Existem muitas situações de mercado em que certas abordagens sensoriais não são tão cabíveis, pelo menos não corriqueiramente, mas o mínimo de conforto deve estar na lista de suma importância para recepcionar o cliente.

Faça-o querer voltar. Faço-o dizer a um amigo que ouviu uma música boa quando foi à sua loja, ou que lá tem um ambiente ótimo e que ninguém fica lhe pressionando com olhos para escolher logo. Não é prejuízo proporcionar uma experiência única ao potencial e, principalmente, ao já cliente. O investimento será muito maior para buscar um novo ou trabalhar para uma desistência se tornar cliente novamente.

São nesses mínimos detalhes que reparamos inconscientemente na grande maioria das vezes e que nos farão retornar a loja que for, seja ela a boutique do Seu Juca ou a uma filial de uma multinacional. Será que você está sendo sentido? E qual foi a melhor experiência que você já passou em um serviço pelo Marketing Sensorial?

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Marcos Holanda

Curioso. Inconstante. Inconformado. Seria interessante me conhecer um pouco mais pelos meus textos, eles representam parte de mim. Então, boa leitura!

Um comentário em “Marketing Sensorial: mais do que marketing, uma experiência marcante

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