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Por dentro da cabeça do cliente. Parte I – Máquina x Humano

Por dentro da cabeça do cliente. Parte I – Máquina x Humano

Recentemente diversas empresas tem investido uma boa quantidade de tempo e dinheiro para entender como o usuário irá agir dentro da rede, para assim segmentar seu conteúdo e produtos e ter um melhor retorno.

A Netflix recentemente mostrou interesse em oferecer um conteúdo direcionado para seus clientes e tem investido na construção de algo similar ao cérebro humano. Atualmente estão fazendo testes bem sucedidos do chamado “Deep Learning” com 16.000 núcleos de CPU em 1000 máquinas tentando criar toda uma rede neural.

O Facebook por sua vez, alterou o modo que seu algoritmo entende os perfis e fanpages. O algoritmo leva em consideração 3 fatores: afinidade, relevância e tempo, determinando a qualidade de um post e influenciando diretamente no alcance da publicação. Antes da mudança, o algoritmo entendia que fanpages e perfis comuns eram semelhantes, todavia, o engajamento de cada um deles era obtido de maneiras inversas, sendo os perfis por atualização de status e as fanpages por informações compartilhadas.

Já o Google comprou a companhia de inteligência artificial DeepMind Technologies, empresa qual, usa algoritmos de aprendizado geral para aplicações como simulações, comércio eletrônico e jogos. Além disso o Google reformulou seu algoritmo de busca, o Hummingbird, sendo dito por eles uma das maiores mudanças no algoritmo desde de 2001. ” As pessoas se comunicam uns com os outros pela conversa, não digitando palavras-chave – e nós estamos trabalhando arduamente para fazer o Google entender e responder às suas perguntas mais como as pessoas fazem. ” – Amit Singhal – VP Google.

Como dito no meu primeiro texto, o Hummingbird permite que o motor de busca Google responda a sua pesquisa através do contexto em que ela se encontra, decifrando o significado das palavras e com isso a intenção da pesquisa.

O algoritmo permite uma pesquisa menos engessada e um melhor resultado. As pesquisas são interpretadas de 3 formas: as de navegação, as de informação e as de transação. As de navegação são voltadas para perguntas direcionadas a rede como “Qual o site do Ideia de Marketing?”, as de informação são dúvidas do tipo “Como o Hummingbird funciona?” e por último as de transação, como “Hotel barato no Rio de Janeiro”

Isso tudo mostra o quão as empresas estão se empenhando a entender a nossa mente e estar um passo a frente. As empresas devem focar mais no usuário e no conteúdo em primeiro lugar, não estritamente em palavras-chave. Comece medindo se as páginas estão gerando mais valor para você, e quais os tipos de conteúdo estão gerando o maior ROI. Hoje, em vez de pensar como aparecer para determinada pesquisa, devemos nos preparar para como responder melhor às perguntas que os usuários têm, e o que afinal eles querem. Então como os profissionais digitais podem ajudar em todo esse processo e mudanças? Em breve aqui no Ideia!

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Felipe Dias

Marketing em formação (2ª graduação), com um MBA em Gestão Empresarial saindo do forno e pensando no próximo. Trabalha como Analista de Business intelligence na agência GRITO.cc. Carioca da gema, apreciador do mate de galão, apaixonado pelo digital, fã de séries, esportes e um bom petisco.

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