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iBeacon: A evolução da experiência de compra

iBeacon: A evolução da experiência de compra

De vez em quando, algo novo vem e ‘perturba’ nosso dia-a-dia, impactando no nosso comportamento e causando mudanças importantes em milhares de cenários, vide Smartphones (ou você reclamava por SMS quando a fila do banco demorava?), Instagram (ou você vivia tirando selfie quando tinha que comprar filmes de 12 ou 24 poses?) e outras milhares de coisas que você vai acabar lembrando depois de lembrar dessas.

Já falei brevemente do iBeacon no meu texto M-Payment – A revolução silenciosa, mas se você ainda não ouviu falar, saiba que o iBeacon chegou, quase despercebido, com o lançamento do sistema operacional móvel iOS7, na  WWDC (Worldwide Developers Conference, evento da Apple para desenvolvedores) em junho de 2013 e agora é uma parte integrante da experiência do cliente em 254 lojas da Apple, além de ser considerado por muitos como uma peça fundamental nas lojas que buscam oferecer uma experiência diferenciada aos usuários. Já se observa no enorme potencial do iBeacon, seja na educação, saúde, varejo, bancos e muitos outros lugares. Talvez por isso a Apple se recusou a incorporar o NFC.

Possibilidades, testes e questionamentos

 Por ser uma tecnologia relativamente nova, a fase de explorar as possibilidades já trouxe experiências muito positivas, ideias e também alguns questionamentos.

 Com as gerações cada vez mais conectadas, a sala de aula fica cada vez menos interativa e atrativa. Imagina o professor poder interagir com os alunos que chegam na sala de aula, fazendo algum desafio ou direcionado para algum exercício específico, ou mesmo compartilhando um material complementar da aula para ele acompanhar pelo seu device?

 Você pode conhecer alguns cases nesse site: appsbypaulhamilton.com, um dos pioneiros em utilizar a tecnologia iBeacon na educação.

 A Tesco (aquela que criou “gondolas virtuais” de produtos dentro de estações de trem), já enxerga com bons olhos a tecnologia, inclusive já começou os testes em uma das lojas. Entretanto, eles são cuidadosos e não pensam em ações de vendas, até que os seus clientes estejam adaptados a tecnologia. Mas note, eles estão se preparando, tendo o timing certo para entender e conhecer as possibilidades (lembra que falei sobre timing no artigo: Sua ideia (ainda) não vale nada?)

 Os questionamentos ficam por conta do bluetooth precisar ficar ligado (e hoje em dia, qualquer coisa que faz a bateria gastar mais um pouco, procuramos evitar não é?) o que mataria as possibilidades de interação do iBeacon com quem não habilitasse o mesmo. Outro questionamento fica por conta de (pelo menos por enquanto) para o iBeacon interagir com um device, é necessário o usuário ter o app instalado para receber pushs e interações. A comunicação e a divulgação bem planejada podem ser a solução para tal.

Pode demorar um pouco, mas com certeza você ainda irá ouvir falar muito sobre iBeacon!

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Arthur Castro

Respira Mobile e inovação. Sempre conectado com algum iGadget, é exemplo vivo dessa geração "alguma letra". Além de escrever aqui e em outros blogs, é palestrante e passa os dias criando apps.

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