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3 coisas que WhatsApp e Flappy Bird me ensinaram sobre comportamento e usabilidade

3 coisas que WhatsApp e Flappy Bird me ensinaram sobre comportamento e usabilidade

Nas últimas semanas, você leu, ouviu e provavelmente usou dois apps que dominaram os noticiários. Flappy Bird e WhatsApp movimentaram e muito a mídia. E já que ouvimos tanto sobre eles, vamos ver o que eles podem nos ensinar sobre comportamento e usabilidade.

1- Simples e prático

Quantas opções você tinha no Flappy Bird? Jogar e ver o ranking. Quantas coisas para fazer? Apenas planar entre os canos (e até o novo jogo do desenvolvedor do Flappy Bird, o Super Ball Juglling segue a mesma temática). No WhatsApp, apesar de ter mais funções que o Flappy Bird, tem menos que a maioria dos concorrentes diretos. Ou seja, quanto mais funções, mais tempo para o usuário aprender e mais tempo para se adaptar.
flappy bird

2 – Intuitivo

whatsappComo já disse acima, a dificuldade e o excesso de funções normalmente atrapalham um pouco a compreensão e adaptação do usuário. A facilidade em apenas clicar na tela para manter o pássaro voando ou mesmo pressionar um botão para gravar um áudio, ou deslizar para cancelar mostram o quanto pequenos gestos facilitam a usabilidade e a experiência.

3 – Adaptado ao dia-a-dia

Na correria do dia-a-dia, surgiu o chamado micro tédio, que são os poucos momentos que temos na espera de uma fila, no trânsito, etc. Nossa primeira reação nesses intervalos é mão no bolso ou na bolsa para pegar o smartphone e interagir com algo. Por mais que exista a opção salvar em milhares de jogos, e muitos jogos são elaborados e levam anos para ficarem prontos, no dia-a-dia os usuários normalmente buscam uma distração momentânea, algo prático.

* Viralização

Um ponto extra que vale a pena citar é como o boca a boca faz diferença. Até antes de ser comprado pelo Facebook, o Whatsapp tinha 50 funcionários, e mesmo com vários competidores no mercado, era o líder disparado (e sem mídia!). A mesma coisa com o Flappy Bird, que teve mais de 50 milhões de downloads, e atingiu um sucesso estrondoso além de ter tirado o sono de muita gente que dizia: “só vou jogar mais uma” ou não sossegava enquanto não batesse o recorde pessoal.

Que outras lições vocês puderam tirar desses apps?

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Arthur Castro

Respira Mobile e inovação. Sempre conectado com algum iGadget, é exemplo vivo dessa geração "alguma letra". Além de escrever aqui e em outros blogs, é palestrante e passa os dias criando apps.

6 comentários sobre “3 coisas que WhatsApp e Flappy Bird me ensinaram sobre comportamento e usabilidade

  1. Para mim o Flappy Bird teve outro fator: peso.

    Ele é leve. Isso permite instalar em smartphones mais básicos e com pouca memória interna. Essa estratégia permitiu aumentar a base de jogadores.

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    Arthur Castro Reply:

    Verdade Calazans, o fator tamanho do app faz muita diferença ainda hoje em dia, visto que grande parte da população ainda tem smartphones com pouca memória.

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  2. Boa, Arthur! Eu estava pensando sobre isso nas últimas semanas, logo após o cara tirar do ar o jogo. Esse jogo, através desses aspectos que você mencionou, proporciona um prazer ao jogador, ou seja, o cérebro libera dopamina por cada ponto conseguido,de forma muito simples e a pessoa vai desejar ter cada vez mais aquela sensação de novo, logo, vicia.

    Bacana o artigo, cara.

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    Arthur Castro Reply:

    Verdade Marcos, é incrível como aspectos tão simples são fatores que fazem a diferença em tornar um game ou um app um sucesso.

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