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2014 é o ano do branding porque…

2014 é o ano do branding porque…

Perguntei sem dó nem piedade, sem opção, sem chance de pensar o contrário (ou não?).

Chamei meia dúzia de amigos que são verdadeiros especialistas no assunto “branding” e fizemos essa “brincadeira”:

Por que podemos acreditar no branding? O que nos faz pensar que ele tem muito a crescer? O que está acontecendo ou vai acontecer que vai ajudar nossa querida gestão de marcas? Ou será que o branding é uma grande ilusão ainda para este ano?

Bem, eles toparam o desafio e agora que venham as respostas.

2014 é o ano do branding porque…

Paulo Lima

Paulo Lima

2014 é o ano do branding porque vemos uma sociedade que busca, cada vez mais, significado nas coisas, nas pessoas, nos negócios e nas marcas. Elas querem fazer parte, elas querem consumir produtos e serviços que estejam conectados a seu estilo de vida ou ao contexto que estão vivendo atualmente.

Com isso, a personalização cresce, as marcas começam a buscar suas essências para transmiti-las também em sua totalidade. Ativar os 5 sentidos humanos nas marcas deve ser outra estratégia a crescer. Criar boas lembranças e proporcionar experiências memoráveis, só assim as marcas conseguirão se diferenciar e criar vínculos com seus consumidores.

Estamos numa era que, pensando nas marca, cada minuto desperdiçado é uma passo para trás. E elas estão começando a perceber isso. Focar muito em vendas e pouco em relacionamento irá deixá-las vulneráveis, cada vez mais!

Espero um 2014 de branding na veia, e acredito que isso vá acontecer. Estarei na torcida!

Daniel Padilha

Daniel Padilha

2014 é o ano do Branding porque é o momento ideal para estimular a criação de comunidades de marcas e cobrar a participação frequente do consumidor leal, a fim de que a construção da marca seja criada de forma democrática e coletiva.

Ideal pois a sociedade está sedenta de um ecossistema de consumo mais sustentável, no qual as ações de relacionamento possam ser realmente boas para as pessoas, formando uma extensão da humanização de marca, que construirá a ponte que vai ligar as atitudes dela com a demanda real de seu público. Não há mais espaço para a ausência de compromisso.

2014 é o ano que deixará claro que existe Branding no Brasil e que as empresas que investem nesse modelo de gestão estão um passo a frente.

Paulo Peres

Paulo Peres

2014 não será o ano do branding, porque todos os anos devem ser do branding. Isso não é uma afirmação tendenciosa, mas uma afirmação atemporal. Porque o Branding não é uma onda que está ou já se foi, mas um estado permanente e co-dependente de relação com o consumidor, stakeholders e a sociedade. Mas, confesso que o branding como termo, já não está mais em voga já há algum tempo.

Para mim, 2014 será o ano da Experiência e do Big Data. Branding continuará sendo incompreendido como um puxadinho do design e/ou do marketing. Contudo quero acreditar que ele se tornará mais estratégico do que tático.

O desafio este ano será competir por atenção, assistir a copa, pular fogueira, ter que eleger alguém e conseguir administrar sua marca em canais menos explorados.

Henrique Santo

Henrique Santo

Neste ano de 2014 é inevitável não voltarmos nossos olhares para a Copa do Mundo. Nesse contexto o Branding ganha notável importância, ao meu ver, fundamental, para que empresas principalmente dos setores beneficiados pelo turismo, possam ter suas marcas reconhecidas e mais vinculadas com seus clientes, contemplando não apenas essas datas do calendário da Copa, mas sim visando proporcionar uma experiência incrível para seus consumidores e então fideliza-lo para adiante ter seus serviços novamente consumidos. Num cenário onde o fluxo de pessoas (consumidoras) será absurdamente grande, a empresa que conseguir fazer a sua gestão de forma alinhada com o seu DNA e proporcionar ao cliente um serviço completo, se diferenciará e então o futuro de seu negócio certamente será promissor, aproveitando essa vitrine que a Copa vai nos beneficiar. Essa é a hora de fazer direito, com paixão e responsabilidade.

Sebastiany

Guilherme Sebastiany

Bom, vou ser o do contra! Não acho que 2014 será o ano do branding. Com copa do mundo e eleições as atenções das gestões corporativas voltam-se para outras questões. Com a copa,os esforços focam para ações táticas e pontuais de associação da marca com o evento, que na maior parte da vezes não tem conexão com seu DNA. Com eleições adiam-se decisões estratégicas de investimento e gestão. Por isso acho, e espero estar enganado, que 2014 infelizmente não será o ano do Branding.

Tania

Tânia D’Ávila

2014 é o ano do branding porque serão 365 dias para que estudantes, recém-formados, gestores e empreendedores leiam sobre o tema, participem de cursos e palestras, conversem com profissionais da área. Serão 365 dias para que os profissionais que atuam na área ajudem a disseminar a importância do branding. Serão 12 meses para que os projetos de branding iniciados em 12, 24, 36 (…) meses anteriores mostrem que foram necessários e que, hoje, fazem a diferença. Serão 365 dias e incontáveis startups, crises, concorrência que irá aumentar e concorrentes que irão se destacar. Serão 365 dias que privilegiarão as empresas que se preocupam com a marca como um todo. E que 2015, 2016, 2017 (…) também sejam o ano do branding, na esperança de que, a cada 365 dias, mais o branding se torne natural para as empresas.

Wesley Pinto

Wesley Pinto

2014 tem tudo para ser um ano efervescente, ele será um grande divisor de águas entre aqueles que se preocuparão com resultados tangíveis e aqueles que só seguem uma determinada tendência ou novo “jargão” do meio. Veremos onde de fato as marcas e os profissionais por trás da gestão delas se manterão firmes ao branding em defender o posicionamento, o foco sem cair no imediatismos e oportunismo desordenado que surge com os eventos que de novo nada trazem. Veremos quem faz de branding ou publicidade, mkt digital, design, marketing que também são extremamente importantes, mas não são branding.

Marcella Gielfi

Marcella Gielfi

2014 é o ano do Branding porque cada vez mais nos vemos na necessidade de comunicar e sermos comunicados de forma mais humana e próxima. Os laços marca-consumidor se estreitam a medida que o volume de informações tornam-se extremamente acessíveis. Com o crescente uso das plataformas de mídias sociais, a internet torna a comunicação bilateral, sendo uma via de mão dupla entre marcas e consumidores, além de dispor de potenciais recursos que permitem melhor entendimento do comportamento do consumidor, além de maior interação e relacionamento com este.

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Paulo Lima

Acredita que somente pessoas são fator de mudança. Fundador e Gestor do Ideia de Marketing, é consultor em marketing e branding.

6 comentários sobre “2014 é o ano do branding porque…

  1. De fato todo ano é Ano do branding. No entanto em nos últimos 3, 4 anos tivemos a banalização da atividade que foi confundida com diversas outras, tão importantes quanto, mas que não são branding.

    Branding não é tão novo como muitas pessoas pensam, de fato por anos CEOs ao redor do mundo sabem da importância e contratam consultores para atender suas duvidas e necessidades. O que vemos atualmente não é a acensão da importância do branding, afinal marcas sempre foram importantes, mas sim vemos a popularização do termo, bem como a banalizarão da prática que vem sendo confundida por profissionais de diversas outras áreas. Em 2013 falou-se muito sobre Branding nas redes sociais, inclusive teve inúmeros cursos e palestras, no entanto ao facebook fazer alterações em seu algoritmo vimos muitos desses “gurus” se descabelarem, então surgiu-se as seguinte questões: Eles falavam de branding ou apenas da propagação da comunicação? Estavam preparados para a gestão das marcas? Afinal gerir uma marca também é gerir as dificuldades e estar pronto para mudanças táticas e estratégicas.

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  2. Sabe, Conviver com a realidade tem sido mais importante que “falar de branding” e sempre será para uma faixa de empresários. Não tiro a razão deles. A diferença será eles assumirem que suas decisões quando não embasadas e guiadas pela marca, conjugadas com estratégia de negócio bem definida, tenderá a marca a perder carisma, personalidade, equity e preferência. Assim, lucratividade. Acho que o desafio do branding é conviver com outros profissionais que entregam resultados imediatos atualmente. Por isso a gerência de marca só tende a ser mais difícil.
    Bgdo pelo convite novamente!
    Um abraço Paulo Lima!

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  3. O Wesley falou certo.

    O que se viu em 2013 é só um reflexo do que vai acontecer em 2014. Não acredito que as empresas estão preocupadas com a construção da marca, mas sim com a propagação que ela vai ter a curto e médio prazo. Não se pensa mais como podemos atingir o nicho certo de forma agradável e não invasiva e sim “temos que atingir LOGO todos os públicos e colher LOGO os resultados”. Hoje as pequenas e medias empresas não seguem o modelo de escalada, onde um passo depende do outro para seguir em frente.

    Conhecem a história do “suba de escada e colha resultados fantásticos para sua saúde”? – Vejo muita gente subindo de elevador, pode até ser mais rápido, mas pode ter certeza que isso não vai fazer bem pra você lá na frente.

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  4. Branding não tem ano exato para acontecer. O branding é um movimento constante da marca em relação aos stakeholders cujo período é o presente.

    A Copa sem dúvida é uma oportunidade para fortalecer ou destacar algumas ações de marketing, que realmente possam dar um empurrão no branding, como também pode levar a marca ao fundo poço.

    O Brasil até o momento não está preparado para o evento, manifestações vão acontecer e é bem provável que tenhamos a imagem de um país desorganizado, pobre e indisciplinado por conta do possível fracasso do evento. Deve-se ter muito cuidado ao se fazer referência a Copa simplesmente pelo momento que o país está passando, o povo está puto da vida, todos querem melhorias, a maioria é contra a Copa, contra estádios e favor de uma educação, de transportes e melhores recursos ilusórios até agora.

    A marca que estiver a favor do povo e conseguir agarrar essa “revolta” que passamos todos os dias a favor dela, se colocar entre realidade atual do país e o dia-a-dia de seu público, com certeza terá membros fieis e muito mais valor e retorno do que as marcas que apenas baterão suas comunicações na Copa, pois as pessoas estão mais exigentes, mais humanas e querem mais direitos e qualidade de vida do que entretenimentos passageiros, as pessoas querem planos de vida construtivos e não ser submetidas a interesses políticos.

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