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Quem precisa de inovação?

Quem precisa de inovação?

Quem não inova está plantando as sementes da sua própria destruição.

Para iniciar este texto, gostaria de propor que você nos diga, verdadeiramente, a resposta para este dilema: Será mesmo que a inovação está restrita a um seleto grupo de pessoas, como Thomas Edison e seu chefe, ou é você que está com medo do novo?

O correto é que a todo o momento estamos lidando com a inovação. Este ritmo cada vez mais intenso de nossas vidas está indicando que o normal são as mudanças permanentes. E com isso, caímos em outro dilema: apostar em inovação e desenvolvimento ou apenas sobreviver?

inovaçãoO certo é que para obter o sucesso, devemos ter em mente que as vantagens competitivas de hoje não serão as mesmas de amanhã. “Fazer tudo certo pode deixar uma empresa de sucesso suscetível ao ataque de um inovador disruptivo, que muda o jogo com uma solução simples e acessível” (Clayton Christensen)

Daí a necessidade de se ousar mais. A inovação não é um exercício acadêmico em que você somente estuda e nunca “põem a prova”. A inovação é uma atividade que exige ação, realizar, fazer acontecer. Quando você busca por dicas para inovar sempre aparecem às clássicas: experimente novos desafios, questione mais, esteja sempre atento, faça network e etc… Mas a verdadeira dica para a inovação, em minha opinião, é que ela é de graça! Isso mesmo, 0800, ter uma ideia nova sobre um conceito antigo não lhe custa nada.

Para incentivar e expandir a nossa capacidade criativa, devemos lembrar porque estas competências estão sendo tão importante nos dias de hoje. Desde que alteramos nosso escopo de trabalho: de foco na padronização e nos processos para foco nas pessoas. Então será que o seu problema não é meu também e de outras pessoas no mundo?

Pense nisso e se torne o novo Steve Jobs.

Mas, afinal, “Quem precisa de inovação?” Apenas aqueles que almejam o sucesso. Você concorda?

Augusto-Talarico

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Augusto Talarico

As vezes você ganha, as vezes você aprende. O seu grande mestre deveria ser o seu último erro. Perfil: Estudante da Pós ADM- FGV e colunista no Ideia.

2 comentários sobre “Quem precisa de inovação?

  1. Visão excessivamente simplista de inovação, na minha opinião. Pensar em inovação como algo 0800 e de fácil realização é uma das razões pelas quais as taxas de sucesso no desenvolvimento de produtos inovadores são tão baixas. É difícil pra caralho inovar bem e fazer um produto dar certo…
    Além disso, inovação nunca foi nem nunca será de graça. Não é só pensar num novo conceito e PAM, uma inovação nasceu! Por mais que a o Christensen tenha usado o termo “simplicidade”, chegar em um produto simples é extremamente complexo e caro. Ter uma ideia nova é de graça? Talvez, se você desconsiderar tudo que você (e o contexto) fez para chegar até essa epifania. Se você teve uma ideia, é porque estudou em algum lugar. A sua escola e os incentivos que ela dá custam bastante dinheiro.
    Implantá-la é de graça? Empreendedor, economista ou qualquer outra pessoa que está envolvida com o tema lhe diria que é uma besteira imensa dizer isso. Prova? EUA investem 2,8% dos seus 14 trilhões de PIB em P&D, o que eles tentam sempre aumentar.

    Ficou tão superficial que o desfecho do texto é: “pense nisso e se torne o novo Steve Jobs”. Não. Você não vai se tornar o novo Steve Jobs “pensando nisso”.
    Evite ser tão superficial nos textos e dê uma checada nos problemas gramaticais e na coesão antes de postar. Tem partes do texto que não são respondidas, que não fazem sentido ou que contradizem hipóteses anteriores.

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  2. Augusto, acredito que poderias mencionar a inovação de comportamento: posturas diferenciadas para entender a atender melhor a realidade. Concordo com boa parte do texto… mas o final eu discordo um pouco. Não preciso necessariamente tornar-me um Steve Jobs, com sua genialidade conhecida mudialmente. Preciso, antes de tudo, fazer-me conhecido pelos resultados destas inovações.

    Abraço!

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