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A Lei do Afeto a favor dos negócios

A Lei do Afeto a favor dos negócios

É fato que o melhor marketing é o relacionamento. Afinal, marketing é isso. Não acha?

Estamos em um negócio de pessoas, e muitas empresas fixam como objetivo apenas as vendas. Ávidas por lucro. Cegas por ascensão no mercado. E quando os seus esforços dedicados à promoções, merchandisings, PDV’s, Branding, entre outras estratégias e planejamentos não alcançam o resultado esperado, se perguntam: “Adequamos o nosso produto, melhoramos o preço, a marca está mais próxima daquilo que o nosso consumidor se identifica atualmente, mas não houve um aumento significativo, ou esperado, das vendas. Por que?”

Analisando brevemente esta situação eu lhes digo que, no mercado atual, há muitas empresas que caem perante um inimigo invisível que alguns de vocês – e eu também – já deixamos passar sem a atenção devida: a falta de um plano de relacionamento.

“Nossa, Marcos, mais uma coisa para se planejar e se dedicar?” Sim. Conquistar e, mais do que isso, fidelizar a clientela, é trabalhoso. Mas, veja bem – uma opinião sincera de alguém que está aqui aprendendo junto com você – não é trabalho se você ama o que faz. Não é trabalho se você ama as pessoas que fazem parte do seu ambiente de trabalho. Não é nenhum martírio quando desenvolvemos nossas atividades em um ambiente de trabalho que nos faz sentir bem. Não é ser simplório, tão pouco utópico. É possível sim atentarmos a aquilo que, no espaço de trabalho, possui aspectos positivos que podem servir como alicerce para a empresa e para nós.

“Marcos, você diz isso porque não trabalha onde eu trabalho.” Concordo, concordo. Não posso sintetizar, aqui, todos os ambientes de trabalho. De longe fazer isso. Mas, eu posso apelar para o seu senso crítico e análise profissional daquilo que nos proporciona uma – ou várias – oportunidades de desenvolvimento dentro do mercado. E, aqui vai ele de novo: plano de relacionamento.

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Antes que você reclame de eu estar repetindo isso, chamo a atenção: Ame seus clientes. Ame o seu trabalho e o ambiente que o rege. Você precisa disso se quer se destacar nos negócios. Você precisa disso se quer um share of mind invejável. De que adianta procurar caminhos externos quando a solução está aí dentro?  Na sua empresa.

Primeiramente, a Lei universal do Afeto: “você recebe a mesma quantidade de afeto que você dá.” E todo cliente quer gostar e ser gostado por alguém. E não só os clientes, os funcionários da empresa também. Somos seres humanos e temos necessidade de afeto, desde recém-nascidos. Mas, para gostar dos funcionários, da empresa e, dos nada exigentes, clientes, nós temos que gostar de nós mesmos. Como gostar de alguém se você não possui discernimento para analisar seus pontos fortes e fracos para, através disso, gostar de si mesmo?

Encontrou uma ou mais razões para se amar? Agora comece a gostar dos funcionários e, depois, de seus clientes. Seja sincero e não force nada. Lhe permita essa oportunidade de aprendizado.

Depois desse pequeno “sacrifício”, o segundo ou terceiro passo – depende da sua preferência – é encontrar uma razão para que os seus clientes gostem da sua empresa. Por mais difícil ou fácil que pareça ser, este é o mais importante, na minha ótica. Como vender algo que eu não vejo vantagem alguma? Pois é. Trate de a encontrar. E se apaixone por ela(s)! Deste modo, se estou apaixonado por tudo o que o meu produto, serviço ou ideia pode oferecer, e possuo convicção e confiança a transmitir ao meu consumidor, este receberá isso muito bem, o que pode dobrar a partir da primeira abordagem. Lembre-se, pessoal: gostar das pessoas só aumenta os resultados da empresa. Isto faz toda a diferença. “Eu gosto de você porque você gosta de mim e, mais do que isso, você demonstra genuinamente seu sentimento.”

Resultado: Confiança, fidelidade e indicação dos serviços prestados, isto é de suma importância para os negócios, “pois a reputação de sua empresa chega ao cliente antes de seu vendedor” (Julio Ribeiro, 2012). É o clássico “boca-aboca”, que possui um alto poder de disseminação da sua empresa. Seja positivo ou negativo, o boca-a-boca é tão forte quanto a propaganda – eu diria até mais poderoso.

Não se precipite e procure o problema a partir do relacionamento tanto interno quanto externo. Com certeza o afeto só faz bem para todos os envolvidos no trabalho e garante um substancial aumento dos negócios.

É só olhar ao seu redor e perceber quantas empresas estão fidelizando – ou já fidelizaram – clientes. É fato que o melhor marketing é o relacionamento. Afinal, marketing é isso. Não acha?

Agora, faça a sua parte desse relacionamento e deixe a sua opinião sobre o assunto. Adicione e compartilhe conhecimento. E, por que não, se relacionar? O que você tem a perder? Nada. Mas tem muito a ganhar. A partir de agora depende de você.

Grande abraço!


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Marcos-Holanda

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Marcos Holanda

Curioso. Inconstante. Inconformado. Seria interessante me conhecer um pouco mais pelos meus textos, eles representam parte de mim. Então, boa leitura!

2 comentários sobre “A Lei do Afeto a favor dos negócios

  1. Achei ótimo o seu ponto de vista!
    Vale tanto para a empresa quanto para quem vai prestar serviço para ela, como uma agência.
    É claramente mais fácil e prazeroso criar uma campanha para um cliente que é apaixonado pelo que faz e consegue vender seu produto, e é sempre nisso que procuro me basear quando tenho que criar um slogan/campanha. Também já perdi as contas de quantas vezes tive que “entregar” a paixão do produto do cliente a ele.
    É um tanto triste essa situação, mas há milhares de empresas que não trabalham a sua comunicação, principalmente as de pequeno porte.
    E aí cabe aos comunicólogos orientá-las quando for procurado.

    Amo o que faço e sinto falta dessa paixão no mercado.

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  2. Marcos, excelentes dicas, obrigado! Concordo totalmente com você! Fidelizar clientes é relativamente fácil. Basta gostar do que fazemos, do que vendemos e, principalmente, dos clientes. O Ideia de Marketing já está sendo referenciado por mim. Sucesso!

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