Em tempos de mercado extremamente competitivo e dinâmico, o contexto e a sua habilidade para agir diante da situação vai determinar resultados extraordinários, medianos ou fortemente desastrosos.

Liderança é assunto e uma diretriz de comportamento muito debatida hoje, especialmente com a necessidade que muitas empresas têm de escolher indivíduos qualificados (com características técnicas e comportamentais) que possam atuar como líderes. A (boa) liderança gera resultados financeiros, novas ideias e um clima de trabalho amistoso e de envolvimento entre as pessoas. Não vou entrar no mérito se liderança é um dom ou pode ser aprendida (tema para outro texto), mas como é importante entender a situação para aproveitar ao máximo as competências dos funcionários.

liderança-situacionalAs situações surgem com as mais diversas variáveis possíveis, com problemas de diversos portes e provocando reações diferentes entre as pessoas; logo, é preciso saber direcionar o comportamento para perceber e resolver os fatos. Para melhor compreendermos a importância da liderança, irei descrever brevemente as teorias. Podemos compreender as teorias de liderança com três focos: a atividade, a decisão e a situação.

Quando o foco é a atividade aborda-se a teoria dos traços de personalidade, onde a personalidade do indivíduo deve estar orientada para a função que irá desempenhar. Por exemplo: antes colocar uma pessoa para trabalhar com vendas devo entender que essa atividade requer dinamismo, fácil comunicação… capacidade de persuasão; sendo assim, não posso estar com uma pessoa tímida, com comunicação fraca e sem poder de influência. Quando o foco é a decisão abordamos a teoria dos estilos de liderança, definindo a maneira de decidir de três formas, a citar: autocrática, democrática e liberal. Líder autocrático é aquele que tem foco nas tarefas e resultados, pouco ouve as pessoas e em alguns casos é enquadrado no ditado “manda quem pode, obedece quem tem juízo”; o líder democrático ouve os funcionários e os fazem tomar parte no processo de decisão; e o líder liberal deixa a equipe trabalhar com liberdade e por conta própria (um sinal de que entende que a equipe é madura, ou que não sabe se impor e utilizar a autoridade). Já quando o foco é a situação abordamos a teoria situacional, que consiste estabelecer uma relação entre estilo do líder, maturidade do liderado e situação encontrada. Por exemplo: em um incêndio o líder não deve parar e perguntar as pessoas o que se deve fazer – já que a resposta é óbvia, sendo a forma de se fazer o elemento particular de cada um!

A partir da teoria situacional podemos envolver as outras duas teorias, de modo a definir melhores estratégias e atingir o objetivo traçado no planejamento ou o objetivo do momento. Em tempos de mercado extremamente competitivo e dinâmico, o contexto e a sua habilidade para agir diante da situação vai determinar resultados extraordinários, medianos ou fortemente desastrosos. Sobre situações e resultados, confira este vídeo:

O contexto era de decisão. As habilidades teriam que se juntar para que o grupo atuasse como equipe. O treinador – que podemos identificar como um líder, fez um trabalho de inspiração. Precisamos amadurecer para inspirar outros a dar o seu melhor diante das situações que enfrentamos e vamos enfrentar!

“Saber não basta, devemos aplicar. Desejar não basta, devemos fazer”. (Goethe)

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Ricardo Verçoza

 

 

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Professor; Administrador formado pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP); Pós-graduando em Docência no Ensino Superior pelo Senac; Acadêmico de Recursos Humanos pelo Instituto Brasileiro de Gestão e Marketing (IBGM); Estudioso de empreendedorismo, responsabilidade social e da Geração Y. Tenho na educação a esperança de transformação deste mundo: pessoas conscientes contribuem para um mundo melhor!

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