fbpx

Tenho um projeto: Ser Feliz!

Tenho um projeto: Ser Feliz!

Hoje gostaria de compartilhar contigo a felicidade, sim, ser feliz é algo que sempre devemos dividir!

Confúcio já dizia: “A melhor maneira de ser feliz é contribuir para a felicidade dos outros”.

Penso que a Vida é nosso maior bem e essa, não possui regras e muito menos normas rígidas, contudo, o Universo possui seus próprios parâmetros. Estabelecemos padrões a nossa Vida a fim de controlar a liberdade a nós outorgada por Deus. Já pensou que na essência somos seres naturalmente livres? Contudo, nos condicionamos gradativamente a determinados limites a fim do nosso próprio entendimento como pessoa. Sendo assim, por que se culpar tanto? Cometemos erros para aprender, temos um propósito muito maior, a nossa felicidade.

“A culpa mancha sua felicidade e a consciência de sua própria ignorância é começo de sua ventura”.

Retiro essa frase do livro Felicidade sem Culpa do autor Adenáuer Novaes, comenta também que a felicidade é um estado impermanente. É a busca de algo, de um encontro, de um sentido maior. É por isso que sua insatisfação com a vida ou com coisas menores deve ser entendida como algo inerente à existência de qualquer ser humano e não como infelicidade. Há coisas que só ocorrem com um certo tempo e com a necessária experiência. Não tente antecipar tudo, pois isso gera ansiedade, a qual traz infelicidade. Viva cada momento como se fosse o último e, simultaneamente, o primeiro.

Corbi e Menezes-Filho da Universidade de São Paulo comentam em seu artigo “Os Determinantes Empíricos da Felicidade no Brasil” que não podemos tentar medir a felicidade da mesma maneira que se quantificam variáveis como altura, peso e pressão arterial dos indivíduos. Observar este fenômeno diretamente está completamente fora do nosso alcance – algo difícil de ser concebido mesmo que especulativamente. A forma pela qual este tipo de estudo tem se desenvolvido nas últimas décadas, através de questionário e entrevistas aplicadas a amostras representativas de diversas sociedades, levanta inegavelmente dúvidas metodológicas legítimas e difíceis de serem respondidas, mas que, ao mesmo tempo, não desqualificam este tipo de estudo, que foi uma das primeiras aproximações econômicas para o entendimento de como se determina o bem-estar subjetivo dos indivíduos.

Baseado nestas premissas, digo que a felicidade não é uma característica, mas uma consequência de reações e de anseios intrínsecos de cada pessoa. É muito mais do que se pode explicar, é como uma grande engrenagem que funciona continuamente dentro de cada um de nós.

felicidade

Em uma das publicações da Fundação Getúlio Vargas (GV Executivo) diz que algumas pessoas acreditam que felicidade e trabalho não têm qualquer relação, sendo antes contraditórias: feliz é quem não precisa trabalhar. Contudo, há aqui claramente um paradoxo, talvez típico da cultura brasileira: ao mesmo tempo em que as pessoas desejam o trabalho quando não o têm, elas diminuem seu valor quando empregadas. A angústia de ser desempregado só se iguala à angústia de ter um patrão. É provável que esse paradoxo se explique no contexto da tradição ocidental sobre a felicidade: de um lado, o ideal da felicidade como vida boa – uma simples, tranquila e estável, com poucos desejos, mas desejos certos; de outro, o ideal moderno do sucesso – uma vida agitada, acossada pelo fantasma do fracasso, pelo medo de não ter status ou de ficar “empacado”.

Talvez isso mostre que o mais importante, para a felicidade no trabalho, seja a atividade em si, e não o modo como ela se institucionaliza. Fazendo eco ao que Karl Marx havia dito há mais de um século, o trabalho (não o emprego) é meio privilegiado para a auto-expressão do indivíduo.

Acredito que Freud estivesse certo em seu ensaio mais brilhante “Mal-estar na Civilização” que comenta “não há uma regra infalível que se possa aplicar a todos” no sentido de buscar a felicidade. Cada indivíduo precisa encontrar uma maneira específica de ser salvo. Ainda nesta reflexão, comenta que não devemos apostar tudo em único momento, a prudência faz parte do aprendizado.

Basicamente, de tudo que poderia lhe desejar, escolho apenas uma coisa: Seja Feliz!

Busque sua felicidade diariamente, para isso, ofereço 7 dicas de como auxiliar neste processo contínuo:

1. Independente de sua crença, acredite que existe uma força maior torcendo por você, tenha fé;
2. Sorria o máximo que puder, a vida é linda para desperdiça-la com tristeza;
3. Acredite em si mesmo, eu acredito em você;
4. Ofereça carinho e atenção, sem querer nada em troca;
5. Faça amigos, acredite na bondade do próximo;
6. Sonhe, esse é o maior combustível para sua alma;
7. Ame, intensamente, ame sua vida!

“Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho”.
Mahatma Gandhi

Estou à disposição para trocar ideias. Forte abraço e boa semana!

QUERO RECEBER NOVOS ARTIGOS POR E-MAIL

0

Eduardo Silva

Apaixonado pela vida e suas surpresas, adora uma boa conversa. Especialista em Planejamento Comercial, é palestrante em negociação e vendas.

Um comentário em “Tenho um projeto: Ser Feliz!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *