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A Fé, a Religião e as Marcas (parte III) – BrandSense X

A Fé, a Religião e as Marcas (parte III) – BrandSense X

O que um ícone representa para você?

Um ícone pode transmitir muito, pois é carregado de uma história, de um(ou vários) significado(s) e consegue fazer sentido sem precisar estar acompanhado de um texto ou uma foto.

E os mais conhecidos do mundo são religiosos: a estrela de Davi, a lua crescente e a cruz são alguns deles. Apesar do surgimento de outros milhares de ícones nos últimos anos, os religiosos continuam sendo reconhecidos pelo mundo todo. Cada um deles representa um modo de viver, uma forma de pensar, carregam um enorme peso simbólico e representam a fé de uma comunidade de milhões, ou até bilhões de pessoas.

Estrela de DavidReparem que estes ícones são “reproduzidos” em camisetas, bandeiras, pingentes e outros diversos materiais, servindo como um manifesto, uma forma de expressão de toda uma cultura.

A força destes ícones nos provam a importância de se começar bem, com uma marca e identidade bem construídas. Mas o trabalho acaba aí?

Não. O branding tem o papel de trazer significados para estes ícones. Vale lembrar que branding não é logo e muito menos publicidade.  Por isso, mesmo com uma marca forte seu trabalho precisa ser contínuo, sua marca precisa ter um propósito para que consiga transmitir toda sua essência através de um ícone.

Líderes

Todas as religiões mundiais são construídas com base em uma forte liderança. Buda, Dalai Lama e Maomé fazem parte dos principais deles.

Assim como essas religiões, as marcas também levam as características e qualidades refletidas por seus líderes. Em um dos meus textos, escrevi como a Missão e Valores (além da Visão, claro) de uma empresa estão totalmente ligadas aos seus donos. Porém, podemos ir além disso. As marcas que possuem uma personalidade forte são as que estão, de certa forma, associadas diretamente a seus líderes.

Pense em Steve Jobs ou Walt Disney. “Eles são a marca”, eles refletem e acabam definindo a personalidade delas. Todos os valores que eles possuem foram transmitidos e fazem parte de toda uma cultura, retratam também na força de seus produtos e serviços. E quando uma marca cria este vínculo com seus líderes, irão surgir adeptos e seguidores (óbvio que precisamos levar em conta a qualidade e força de ambos).

Isso nos faz pensar nas seguintes questões (principalmente aos empreendedores): você tem paixão por sua empresa e negócio? Quais os valores que anda transmitindo? Sua marca tem uma essência ou personalidade?

Steve Jobs

Este foi o terceiro texto de “A Fé, a Religião e as Marcas” que faz parte da minha série sobre Brandsense, inspirado no livro de Martin Lindstrom (Brandsense – segredos sensoriais por trás das coisas que compramos).

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Paulo Lima

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Paulo Lima

Acredita que somente pessoas são fator de mudança. Fundador e Gestor do Ideia de Marketing, é consultor em marketing e branding.

Um comentário em “A Fé, a Religião e as Marcas (parte III) – BrandSense X

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