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Empresas buscam comprometimento… Mas, como têm feito isso?

Empresas buscam comprometimento… Mas, como têm feito isso?

Moldados por uma cultura de falácias fortalecida pelo automatismo das tecnologias e dos ambientes virtuais, empreendedores e lideranças têm encontrado dificuldade em construir parcerias agregadoras ao desenvolvimento e evolução de seus negócios.

Na era em que “discursos de feitos” e “do iremos fazer” se tornaram comuns para uma sociedade entregue à inércia de atitudes e intervenções transformadoras dos cenários indesejados, não é de se admirar que empreendimentos, projetos e ideias estejam se movendo na mesma direção.

Créditos da imagem: http://bit.ly/MTNrkQ

Moldados por uma cultura de falácias fortalecida pelo automatismo das tecnologias e dos ambientes virtuais, empreendedores e lideranças têm encontrado dificuldade em construir parcerias agregadoras ao desenvolvimento e evolução de seus negócios.

Práticas individualistas, enunciados estratégicos vagos e pouco mobilizadores fundamentam a missão, visão e “outras frases de efeito” utilizadas no ambiente de negócios. Elementos direcionadores como o planejamento, ferramenta de suma importância para identificação e construção de forças verdadeiramente comprometidas, recebe cada vez menos atenção. O resultado? Grandes ideias estagnadas e Lideranças confusas, incapazes de seguir em frente, sejam por desconhecer o próximo passo ou por não conseguirem aliados que os siga naquela jornada.

A falta de organização e preparo de empreendedores idealistas acaba gerando teorias incondizentes às práticas, o que interfere também na sua credibilidade perante os profissionais que compõem o negócio. Os colaboradores formam a primeira grande parceria de quaisquer empresas, o que requer alinhamento dos propósitos organizacionais aos pessoais e profissionais da equipe. O compromisso esperado é, na verdade, um reflexo daquele que é proporcionado.

O pensar fora da caixa

O “pensar fora da caixa” já se tornou um clichê. Empreendedores estão pensando e falando muito, mas esquecendo de agir, de rever os próprios comportamentos. Mudar do falar para o fazer pode ser uma experiência única e vantajosa, principalmente, para aqueles que amam o que fazem. Estude, planeje, organize-se e compartilhe com as pessoas “o que você quer fazer, para quem e por qual motivo”. Provavelmente, você vai encontrar profissionais qualificados que tem a mesma paixão que você. Então estará diante das pessoas certas para se firmar um belo compromisso de sucesso. Boa reflexão e até o próximo post! Uma nova semana repleta de realizações.

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Zelia Oliveira

4 comentários sobre “Empresas buscam comprometimento… Mas, como têm feito isso?

  1. Olá Zélia. Gostaria muito de agradecer este belo texto. Escrito de forma, simples, Interessante e atraente. Revela verdades profundas e tão válidas sobre o empreendedorismo hoje, quanto serão amanhã, ou daqui a 100 anos. O texto exemplifica claramente como conhecimento prático e de valor incalculável, ainda continua disponível gratuitamente na web. Pois não é a tecnologia que faz a diferença, mas sim o uso que fazemos dela.

    E a primeira tecnologia que temos acesso, é o nosso próprio corpo, e o trabalho é o nosso relacionamento com outros. Por isto, concordo com você e só posso re-enforçar tudo que disse no texto. Como empreendedor, tenho lidado com todas estas situações que você mencionou. Dentre elas o aprendizado é para mim a mais importante. Saber aprender o que se precisa e não apenas o que se quer é um desafio constante no nosso meio.

    Pois, é o conhecimento que nos permite continuar prosseguindo e mudar as práticas individualistas, frases de efeito e as Grandes ideias estagnadas das Lideranças confusas, em resultado e realização. E dentro de tudo isto, acredito que o aprender a colaborar seja o ponto principal de nossa caminhada. Já que colaboração requer alinhamento dos propósitos organizacionais, pessoais, profissionais e interpessoais.

    Eu digo que Precisamos fazer muitas fezes o que não queremos ou gostamos para alcançar os resultados que desejamos. E se realmente desejarmos tais resultados, aprenderemos que não basta apenas fazer, precisaremos aprender a gostar de fazer. Ou seja, um bom empreendedor controla suas atitudes, ele é capaz de mudar a forma como vê as coisas.

    Se não for assim, como poderemos então agradar cientes diversos e gerir uma empresa, se não conseguimos lidar com pessoas de que não “gostamos”, ou não entendemos. Superar e vencer preconceitos, ideias retrogradas e prejudiciais são, sem dúvida, o primeiro passo de todo empreendedor. Pois assim, podemos passar a pensar fora da caixa craniana do eu, e podemos começar a entender o verdadeiro sentido do universo ainda inexplorado que chamado nós.

    p.s, o que acha de escrever um post sobre capital-social? acho que seria uma ótima continuação para este.

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  2. Olá Fabio! Muito obrigada pela bela e agregadora participação conosco! Realmente é um tema que demanda certa maturidade para interpretação e implantação. No entanto, àqueles que iniciarem seus empreendimentos já com este foco economizarão tempo e dinheiro além de construir negócios mais sólidos e rentáveis. Agradeço imensamente por compartilhar seu tempo e opinião conosco! Grande abraço e sucesso!

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  3. Boa noite Zélia
    Eu estou fazendo meu TCC sobre Marketing interno e estou adorando esses artigos que vc publicou tenho certeza que vc já esta contribuir muito com meu Trabalho.Meu titulo é :
    A contribuição do Marketing interno para a motivação dos colaboradores de uma organização.
    meu e-mail: regianerr@gmail.com

    Aguardo resp;

    grata
    Regiane Rosa

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  4. Olá Regiane, boa tarde! Peço que desculpe, por favor, a demora em respondê-la. Fico muito feliz que esteja gostando e que de alguma forma, nosso trabalho esteja contribuindo para com seus estudos. Parabéns pela escolha, é um ótimo tema! Fique à vontade para nos contatar, enviar opiniões, sugestões! Abraços, excelente fim de semana! Sucesso!

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