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Ei! Você “CURTE, COMPARTILHA”… E o que mais mesmo?

Ei! Você “CURTE, COMPARTILHA”… E o que mais mesmo?

O fascínio pelas redes sociais absorve tempo e atenção de todas as idades, em proporções maiores, a cada dia. Um espaço que abraça belas causas e já alcançou grandes resultados, mas, que para uma maioria, representa apenas um canal para compartilhar preferências e conteúdos pouco agregadores diante da força que este mecanismo apresenta.

Vivemos em uma democracia, somos livres para expressar nossas opiniões, temos direitos, mas, é importante lembrar, que para reivindicá-los, devemos estar atentos aos nossos deveres, como cidadãos, estudantes, profissionais e empresários. “Curtimos e compartilhamos” preferências, causas, deficiências sociais e econômicas, citações de grandes personalidades e lideranças, ídolos, notícias, indignações… Mensagens que traduzem significação e valores àquilo que defendemos, mas… Como estamos compartilhando isso, em atitudes?

Olhar ao nosso redor, visualizar o que há de errado, apontar e condenar pessoas e práticas parece tarefa simples para muitos. Mas, ninguém é puramente vítima ou culpado, todos nós temos uma parcela de responsabilidade diante do que acontece ao nosso redor, por mais que nos pareça inaceitável. Cruzar os braços e assistir à miséria, ao declínio da qualidade da educação, violência, degradação ambiental, entre tantos outros, também é contribuir para a sua evolução.

É hora de revermos nossos conceitos, atitudes e identificarmos até onde temos participação nisto. Focarmos nossa mente em soluções e abandonarmos a visão dos problemas como “causas impossíveis” ou que não nos dizem respeito. As redes sociais trouxeram uma força transformadora que jamais existiu. Curta, compartilhe, comente, interaja, discuta, mas, “crie eventos” transformadores de opiniões, crie uma causa, um propósito, faça acontecer algo maior, capaz de “procriar resultados” além da realidade virtual.

Há situações em que tragédias pessoais, doenças, perdas e traumas levam muitos a elaborarem novos propósitos para suas vidas e boa parte destas pessoas produzem grandes feitos ao meio onde vivem e a si próprios, por conseguirem perceber que é possível fazer algo para evitar que outras pessoas passem pelo que passaram. Mas, será que precisamos, realmente, esperar acontecer alguma coisa similar conosco, com algum familiar ou amigo?

Não importa a sua idade, classe social, formação, profissão, preferências, basta parar, pensar no que você faz na sua vida e refletir sobre o que pode agregar a isso. Se você possui um blog, está participando de um projeto ou seminário onde estuda, trabalha em alguma empresa, é um profissional independente, aposentado ou possui seu próprio negócio, você não precisa desistir de nada disso. Apenas reveja o que mais você pode fazer para amenizar, reduzir e eliminar aquilo que aos seus olhos, não está bom. Tempo a gente faz, quando encontra motivos para tal.

Ao final deste artigo, apresentamos, em vídeo, uma versão bem-humorada do “Mito das Cavernas, de Platão”, por Maurício de Souza, que retrata, claramente, a realidade dos dias atuais. Cabe a nós passarmos nossa vida dominados por falsas projeções manipuladas por uma minoria favorecida ou “criar e compartilhar” descobertas, soluções e propósitos que reflitam uma nova realidade?

Somos todos capazes de confrontar, verdadeiramente, as “cavernas” que compõem o nosso presente distanciando cada vez mais de um futuro digno para as próximas gerações. Atitudes agora podem construir um futuro melhor, mas, principalmente, gerações melhores e mais transformadoras. Precisamos SER A DIFERENÇA que desejamos ver. Gostaria de convidá-lo a compartilhar sua opinião, experiências, reflexões e propósitos conosco. Você já faz a diferença no seu meio? Já pensou nisso? Conte-nos! Um grande abraço, linda semana e até o próximo post!

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Zelia Oliveira

10 comentários sobre “Ei! Você “CURTE, COMPARTILHA”… E o que mais mesmo?

  1. Gostei muito do seu post Zélia. A ideia é tirar a vida do piloto automático, e começar a realmente refletir sobre o que fazemos no mundo virtual, se não, corremos o risco de de apenas compartilhar piadas e imagens engraçadas. Não digo 100% do tempo, mas, que tal 10%, ou 20%. Compartilhei seu post lá na nossa fanpage! Muito sucesso e felicidades!

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    Zélia Oliveira Reply:

    Olá Fabio! Muito obrigada por acompanhar, participar e compartilhar. É isso aí! Grande abraço, sucesso!

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  2. Olá Zélia. Gostei muito do post. É isso mesmo. Devemos sair daquela que julgamos ser nossa “zona de conforto”. Você tem toda razaão quando diz que uma perda familiar tem o poder de chacoalhar nossa mente e assim enxergar que a vida deve ter outro sentido, infelizmente pela dor. Essa dor da perda faz com que a gente veja que vida é curta e devemos mudar de atitude em busca de conhecimentos que antes não tinha a menor importância. Passei pela experiência de perder um filho aos 24 ANOS. Sofremos muito com a perda dele, mas aos poucos, fui entendendo que o comportamento familiar foi mudando, e para melhor. A família ficou mais unida, os amigos mais solidários, e EU passei a sentir necessidade de buscar prazeres que antes não me interessavam. Voltei a estudar, passei a viajar, tirar férias com a família, fechar o restaurante para passar com a família alguns dias, assim como dar esse prazer aos funcionários que também são humanos e anseiam também em estar como os seus. visto que restaurante trabalha-se de domingo a domingo. Enfim, a saudade e a dor não passam nunca, mas o prazer de poder dar alegrias aos que ficam compesam e nos dão a sensação de estar mais em paz com nossa consciência.

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    Zélia Oliveira Reply:

    Olá querida Dinacir! Que prazer tê-la contribuindo conosco! Desculpe pela demora em responder. Que belo depoimento, minha querida. Eu a parabenizo pela força e pela forma como vem conduzindo tudo isto e seu empreendimento. É preciso parar e pensar que um pouco do nosso tempo se dedicado ao outras causas não nos fará falta e trará bons benefícios a todos, principalmente a nós mesmos. Um grande abraço, linda semana! Continue conosco!

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