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1,2,3: Start Up!

1,2,3: Start Up!

Use e abuse do triângulo do Colaborativismo: Compartilhar, Cooperar e Crescer, pois ainda que empreender envolva riscos, as chances de realização são grandes.

Sabemos que a atual expansão da consciência empreendedora pede novos modelos de negócios, mais acessíveis e mais rentáveis. Há pouco tempo no Brasil, conhecemos o termo Start Up, que tem a missão de representar um grupo de empreendedores à procura de um modelo de negócio repetível e escalável, ainda que trabalhando em condições extrema de incerteza.  Este termo surgiu no auge do advento digital, entre 1996 e 2001, e sempre foi sinônimo de “iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento”. Talvez por isso, muitos especialistas até hoje defendem a ideia de que qualquer empresa em seu período inicial também é um modelo de Start Up, enquanto outros, afirmam que esta nomenclatura é válida para uma empresa com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores.

Para gerenciar uma start up é fundamental definir qual é a estratégia competitiva a ser utilizada, o que não implica obrigatoriamente a criação de algo totalmente novo, pois “Criar uma categoria dentro de outra já existente” também é caminho, como aconselha a Segunda Lei de Marketing citada por Ries e Trout no livro “22 leis de Marketing”. Para exemplificar esta ideia, temos o case de uma Rede Social brasileira, a “Empreendemia”,que conseguiu seu diferencial ao criar uma comunidade voltada totalmente para empreendedores brasileiros, criando um novo nicho dentro de outro. Inovaram customizando algo já eficiente, ponto para eles!

Ser escalável é a chave para o sucesso do modelo Star Up, o que significa crescer em receita, mas com custos crescendo bem mais lentamente. E é justamente esta a grande vantagem, o baixo custo do empreendimento e a possibilidade de alta rentabilidade favorece a concessão de créditos de investimento e aumenta a expectativa do negócio. Por falar em expectativa, esta está totalmente ligada a um planejamento que demonstre a viabilidade do empreendimento, alcançando a maior lucratividade possível, para isso, caímos nos braços daquele esclarecedor procedimento clichê de todo novo projeto: o Plano de Negócios. Este analisará os riscos e oportunidades existentes no mercado onde o empreendedor irá atuar; os aspectos mercadológicos, operacionais, jurídicos e financeiros do empreendimento.

Start Ups são uma grande aposta, e o conselho dos especialistas é: Inove naquilo que irá ofertar ao mercado, se não puder se diferenciar por meio do produto, busque isso no atendimento ao cliente, na agregação de serviços ou nas condições de pagamento. Use e abuse do triângulo do Colaborativismo: Compartilhar, Cooperar e Crescer, pois ainda que empreender envolva riscos, as chances de realização são grandes.

Start Up é um convite a seguir em frente, o sucesso terá o tamanho da sua vontade, e a proporção do seu sonho. Bons negócios pra você!

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Juliana da Matta

3 comentários sobre “1,2,3: Start Up!

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