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O tão desejado clique – E-mail Marketing na Prática IV

O tão desejado clique – E-mail Marketing na Prática IV

Em nosso quarto post da série sobre e-mail marketing iremos falar sobre a segunda etapa de nosso processo abaixo: o Clique.

Se você ainda não leu os outros e gostaria de entender melhor sobre este universo, veja o que já abordamos em nossa série:

Mala Direta, Newsletter e as black lists 

Tratamento de base e uma campanha efetiva 

O fator decisivo da sua campanha 

A ação de clicar em algum link pode ser vista como uma ação fulgaz, simples, corriqueira, mas é o grande sonho de uma empresa que trabalha com envio de e-mail marketing. E, isso é baseado em dois fatores:

  • Tirar o usuário da caixa de entrada do seu e-mail e levá-lo até a página do site planejada, a famosa landing page – que falaremos em um outro post.
  • Normalmente o responsável pelos disparos não é responsável pela conversão de vendas no site, ou seja, a partir do momento em que foi gerado o clique a responsabilidade passa para outra mão.

Existem três maneiras de medir a taxa de abertura de um e-mail marketing:

  • Cliques absolutos: é quando o analista não leva em conta nenhum cruzamento de dados, e foca apenas na quantidade de cliques que sua campanha recebeu.
  • CTR (Clickthrough Rate): leva em conta o cruzamento da quantidade de e-mails abertos versus a quantidade de cliques, é medido da seguinte forma:

CTR = (Total de cliques x 100) ÷ (Total de e-mails enviados na campanha)

  • CTRO (Click to Open Rate): é utilizado para medir a relação entre cliques por abertura dos e-mails. É calculado da seguinte maneira:

CTRO = (Cliques únicos x 100) ÷ ( Visualizações únicas)

No caso da medição por CTR são contabilizados todos os cliques, inclusive aqueles gerados pelo mesmo internauta. Já no CTRO, entram na conta apenas visualizações únicas, ou seja, se um usuário abriu cinco vezes o e-mail, apenas uma irá ser levada em consideração.

Gerar um clique numa campanha de e-mail marketing depende de diversos fatores, alguns relacionados ao micro ambiente da campanha, como texto, foto do produto, diagramação do e-mail, qualidade do banco de e-mails (mailing list), qualidade do disparador de e-mail (ferramenta de disparo) e os e-mails estarem sendo direcionados diretamente para caixa de spam.

Outros estão mais ligados a fatores macros, como por exemplo, o usuário não estar acessando sua caixa de e-mail (ele pode estar de férias ou com problemas no seu computador/rede de internet) ou o produto oferecido não condiz com seu perfil.

Todos estes aspectos devem ser analisados antes de iniciar os disparos, pois o clique é o final do processo da campanha. É ele que diferencia uma campanha eficaz de um fracasso, quando o cliente clica num e-mail marketing ele dá a sua aprovação para o trabalho dos profissionais que planejaram, confeccionaram e executaram esta campanha.

Na próxima semana falaremos sobre as famosas landing pages, ou páginas de pousos. Sucesso e até lá pessoal!

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Rodrigo Fukunaru

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