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Tratamento de base e uma campanha efetiva – E-mail Marketing na Prática II

Tratamento de base e uma campanha efetiva – E-mail Marketing na Prática II

No post passado falamos sobre as duas principais funções do e-mail marketing, sobre black list e começamos a apresentar um pouco sobre uma estratégia para evitar que seus e-mails de prospecção prejudiquem a comunicação com os seus clientes reais. Pausamos nossa conversa quando discutíamos sobre Tratamento de Base.

Este tratamento é algo dinâmico e feito diariamente,  no qual se deve dar toda atenção e o maior cuidado. Ele se resume em você gerir o banco de e-mails que sua empresa possui, evidenciado o que ele tem de bom, e retirando o que não é assim tão bom.

É importante dizer que toda ferramenta séria de disparo de e-mail marketing, gera um relatório de disparo de e-mail, que fornece os seguintes dados:

  • E-mails retornados: São os endereços de e-mail que estão com as caixas de entradas cheias ou que os e-mails não existem mais (isso ocorre muito com e-mails de empresas).
  • E-mails abertos: São os e-mails que foram entregues ao destinatário e este, ao receber o e-mail, abre e visualiza a mensagem enviada.
  • E-mails não abertos: São os e-mails que foram entregues ao destinatários, mas este não abriu, por diversos motivos, ou não está acessando momentaneamente seu e-mail, ou enviou o e-mail para a caixa de lixo, spam, ou até mesmo, não se sentiu motivado a abrir.
  • E-mails clicados: É a continuação que se espera do “E-mails abertos”, após ser instigado pelo título do e-mail, o usuário precisa se sentir motivado a clicar no e-mail marketing para ser direcionado a loja ou fan Page, etc…
  • E-mails que pediram opt-out: Existe um código de auto-regulamentação para as empresas que realizam ações de e-mail marketing, e nesse código se estabelece que deve ser dado ao cliente a opção de retirar seu e-mail da lista de e-mail (mailing list) da empresa. A isto chamamos de opt-out! Ao clicar no link que vem junto ao e-mail marketing, a ferramenta gera a exclusão imediata dele daquele banco de dados. É importante ressaltar que em algumas ferramentas não existe um cruzamento de dados entre os diversos sub-bancos (bancos menores) de e-mail, e caso exista o e-mail do cliente em mais de uma lista, ele continuará recebendo. A dica é procurar dentro de sua ferramenta a opção de “Suprimir” o e-mail, pois assim ele impede o disparo para aquele e-mail de qualquer uma das listas.

No caso acima, exemplificamos a retirada do banco de e-mails comprados, que foram disparados pelas ferramentas 2 e 3, e que abriram e/ou clicaram no e-mail marketing enviado (de acordo com o relatório gerado pela ferramenta de disparo) para a base de e-mails próprios, que a partir daquele momento serão tratados com muito mais cuidado e atenção.

E-mails que recebem mais de 10 disparos e não geram ao menos uma abertura, podem ser colocados em um banco de “stand by”, pois a probabilidade desse internauta lhe reportar ao spam, caso continue sendo importunado, é grande e não vale o risco.

A preparação, o disparo e as black lists

Digamos que você compre uma base com 3 milhões de e-mails e divida esta base em fatias menores, de 50 mil a no máximo 100 mil cada sub-banco, e suba separadamente cada base para as ferramentas de disparo. Para isso, é aconselhável que você suba de uma a no máximo três novas bases por semana em cada ferramenta. Sugiro que faça dessa forma porque, caso você entre em uma black list, a maioria delas permitirá a apresentação de uma defesa, para que seu IP ou URL sejam retirados da lista. Pois, soa muito mais real, sua empresa argumentar com o provedor da black list que seu site realizou uma ação que trouxe 100 mil novos e-mails,  do que você querer que ele acredite que sua ação trouxe 1 milhão de novos e-mails em uma semana para um e-commerce de pequeno porte.

Fonte: http://bit.ly/Ha4bBL

Outra boa opção para uma defesa para retirada de IP ou URL de uma black list, é manter uma formulário básico para inserção apenas do e-mail do usuário. Isto pode ser incorporado às páginas do site ou em formato de pop-up (embora a rejeição de pop-up torne a prática desaconselhável).

Esta ação é importante, porque alguns provedores de black list pedem como defesa a apresentação de outros dados do usuário do e-mail (como nome completo, idade, sexo e outros) e como você provavelmente não terá estas informações, poderá justificar que este usuário se cadastrou por conta da ferramenta de inserção apenas de e-mail, o que não permite com que você tenha outros dados dela.

Antes de iniciar uma campanha de e-mail marketing, seja com o objetivo de vendas ou relacionamento, procure sempre a consultoria técnica de alguém especializado, que possa lhe dar suporte na configuração do DNS (Domain Name System) e na confecção do HTML, que são fatores importantes no rankeamento de spam e para aumentar a entregabilidade e efetividade das suas campanhas.

Agora, passando para outra etapa do processo… Você já subiu sua mailing list para as ferramentas, já tomou as devidas precauções para minimizar o risco de cair em spam, sua ferramenta está bem configurada e possui a matriz do seu HTML. O próximo passo é o título do seu e-mail ou subject.

Em nosso próximo bate-papo falaremos sobre subject. Até lá, pessoal, e muito sucesso!

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Rodrigo Fukunaru

4 comentários sobre “Tratamento de base e uma campanha efetiva – E-mail Marketing na Prática II

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