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QUEM está falando O QUE de mim?

QUEM está falando O QUE de mim?

Vocês já pararam para pensar na quantidade de opiniões diversas que vemos por dia nas redes sociais? Pois então, analisando uma parte dessas opiniões cheguei à conclusão de que nem sempre as pessoas que se dizem críticas e “xingam muito no twitter” fundamentam adequadamente seus posicionamentos.

Inspirada em um artigo que tratava sobre “sentimento de pertencimento” tentei perceber como as pessoas se colocam em diversas situações nas redes como uma forma de não serem mais um na multidão.  Não é muito difícil elencar situações em que pessoas passam dos limites do “bom senso” (que é muito relativo), colocam suas opiniões e preferências sem critérios e cuidados, e tropeçam no limiar entre o “reclamar por direitos” e o reclamar de todas as situações, empresas e pessoas.

Diversos pontos de vista são muito importantes em uma sociedade que se diz diversificada e democrática, porém o que temos observado é um feedback dado pelos usuários sem filtros e comprometimento com a contribuição para a melhora de uma organização.

Esse sentimento de pertencimento buscado através das redes sociais é reflexo da sociedade contemporânea que convive num cenário plural. A hiperconectividade e o fácil acesso a informações propiciam que muitas pessoas falem muitas coisas a todo tempo.

Cabe então aos profissionais de comunicação e relações públicas ouvir toda e qualquer tentativa de comunicação ou mesmo opinião emitida informalmente em redes sociais para que a organização possa acompanhar e responder tudo o que é dito sobre ela. Porém, cada organização deve criar seus filtros de absorção de mensagens, sejam elas “agressivas” e “infundadas” ou “sérias”, sem nunca ignorar um feedback.

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Giovana Cury

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