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Mídias Sociais e o Consumidor

Mídias Sociais e o Consumidor

Atualmente, quem quer fazer um trabalho bacana de marketing com seu consumidor e não está nas redes sociais mais famosas, como facebook e twitter, está por fora. E é mais ou menos assim que os consumidores pensam também. Ao mesmo tempo que as empresas expõem suas marcas nas redes, divulgam promoções e aproximam seu consumidor, estão sujeitos a terem em suas páginas comentários negativos de consumidores insatisfeitos. Até ai, tudo bem, se a empresa faz um bom trabalho de monitoramento de redes e tem um SAC aceitável (porque bom, nenhum é!), ai não teremos grandes reflexos.

O problema é quando o negócio toma proporções, digamos, um pouco maiores, como a novela no Youtube do Sr. Oswaldo Borelli e sua geladeira . Outro caso que “apareceu” foi o da consumidora que criou um site pra falar sobre o carro Renault que ela comprou e estava parado há 3 anos esperando conserto (e que só teve seu problema resolvido depois dessa ideia).

Hoje já se atende uma reclamação feita por rede social do que uma reclamação feita através do próprio PROCON, que é um órgão específico para proteger o consumidor. Esse é o poder das mídias nas relações de consumidores e contra a imagem das empresas. Há quem diga até que pode até influenciar na desvalorização de ações da empresa na Bolsa de Valores.

Lembrando apenas que a marca que quer ter notoriedade nas mídias sociais deve tomar cuidado com esse tipo de atitude dos consumidores, fazer um controle de perto e buscar oferecer um atendimento adequado aos seus consumidores, pois essa exposição que se cria para promover, se mal administrada, pode trazer um efeito totalmente contrário.


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Flavia Guimaraes

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