2017 não foi um ano fácil. Assim como 2016, 2015, 2014 e todos adiante. O que ficou para trás não tem mais volta. Mas o que está por vir pode ser minimamente desenhado ou projetado, com exceção das eventualidades e imprevistos.

Falar que um novo ano vai começar, também, não anula a continuidade do que deixamos. Mais do que um sentimento de prosperidade pela época de festas, podemos aproveitar o período, sim, para promover uma avaliação interna do nosso comportamento, para moldarmos a postura que ditará o novo ano.

Tudo começa daí. Ou melhor, daqui. Todos os acontecimentos de nossas vidas, principalmente os atrelados às atividades profissionais, podem ser moldados e criados a partir das nossas atitudes. De dentro para fora. Seja um novo empreendimento, a virada de atuação dentro de uma empresa, a mudança de um departamento. Independente dos desafios, podemos estar no controle.

Mas, é difícil. Exige paciência, técnica, estudo, conhecimento, dedicação, resiliência e sensatez. E só conseguimos isso condicionando e treinando a nossa mentalidade, o que também não é fácil.

Quando entendemos exatamente o porquê das coisas, nos submetemos às suas realizações porque faz sentido. Fez sentido?

Entre continuar colhendo os mesmos resultados vindos das mesmas atitudes de sempre ou buscar resultados diferentes a partir de atitudes também diferentes, você pode ficar com o que quiser. É uma questão de escolha, que moldará a origem do seu comportamento.

O mundo se transforma todos os dias, a todo momento, e a tecnologia muda o hábito das pessoas a cada temporada de inovação. As empresas que seguirem mantendo em sua cultura, de forma desequilibrada, os antigos valores e crenças estão fadadas à falência no curto prazo. Como já tem acontecido.

Nesse mar vermelho, o arrojo e ousadia de startups, empresas de garagem, além da própria reinvenção dos modelos de negócio de empresas já estabelecidas, conduzirão a perenidade e sustentação dos negócios, independente de porte e segmento.

Podem existir infinitas atualizações para os conceitos do marketing, e em todas elas permanecerão, em algum eixo e com considerável grau de importância, o contexto das pessoas e do fator humano.

E, na onda da robotização e substituição do homem pelas máquinas, são as pessoas a quem devemos continuar observando, pois até um gerador de bitcoin precisa ser configurado por um humano, único capaz de promover a economia e as relações do mercado.

O futuro já passou e é no presente que precisamos agir.

Em 2018, seja a prosperidade do seu negócio.

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Isaac Zetune

Isaac Ramiris Zetune é jornalista, pós-graduado em marketing político e especializado em branded content. É sócio-diretor da Agência Insane e fundador da plataforma EMPREENDA.SE. (isaac@sejainsane.com.br)