Definitivamente, colapsamos.

Na indústria da informação, dos dados, dos negócios, do marketing, da comunicação. Na sociedade de maneira geral.

Está na hora de falar a verdade. Parar de achar que é uma fase de transição para entender que o mercado é a própria transição. Perene. Estamos preparados para um acaso do amanhã?

Dados, dados e mais dados. Informações a todo momento, de todos os lugares, em tempo real. Mas no mundo virtual. Ou virtual e real já podem ter o mesmo caminho de significância, nesse caso? Sim. Realidade, hoje, é virtual.

Nesse mar de linhas imaginárias que conectam pessoas, em várias plataformas, ao mesmo tempo, o físico virou cloud, e na nuvem tudo é uma questão de espaço. Já parou pra pensar que somos locatários de espaços que não vemos? É porque o consumo tornou-se mais importante. E as experiências também.

Estamos na Era da Complexidade.

Dos emaranhados de fios nas ruas, trânsitos, aos milhões e milhões de dados gerados nas redes sociais, até as observações comportamentais indecifráveis da geração Z, alfa, beta…

Artigo recente de Meio&Mensagem destacou o termo “simplexidade”, que liga os extremos – aquilo que vivemos (caos) e como tornar isso (caos) simples e menos complexo, tirando o melhor proveito.

Renato Winnig, global creative and brand manager da Natura, destacou muito bem que “a simplexidade acontece justamente no meio desse caos. O caos de lidar diariamente com camadas e camadas de conteúdo, feeds infinitos de interações e pontos de vistas dos mais divergentes. Mas, ao mesmo tempo, a sensação de prazer, orgulho e dever cumprido de desatar esses nós no meio do circo pegando fogo.”. É o desafio de todos nós dentro dessa nave-mãe.

Simplificar é sobreviver. Sintetizar e curar (de curadoria) é poder.

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Isaac Zetune

Isaac Ramiris Zetune é jornalista, pós-graduado em marketing político e especializado em branded content. É sócio-diretor da Agência Insane e fundador da plataforma EMPREENDA.SE. (isaac@sejainsane.com.br)