Estudar, buscar aperfeiçoamento e seguir o caminho do aprendizado constante deveria ser uma postura adotada por profissionais de todas as áreas. A informação que o mercado é dinâmico não configura uma novidade e o interessante é que mesmo assim, muitas pessoas se percebem no trabalho como seres com lugar garantido e que apenas um diploma lhes garantirá toda sorte e sucesso na carreira.

Ocorre que cada vez mais o mercado tem permitido a transição de profissões em setores antes nunca imaginados. Engenheiros na publicidade, publicitários nas áreas de recursos humanos entre outras variações.

Aqui nosso foco é tratar especificadamente sobre o futuro do pessoal que atua na área de comunicação!

Abordar esse assunto, contudo, requer uma postura desprendida para mudança permanente e, por outro lado, é necessário ter cuidado para que ao fazer uma primeira leitura não seja tomada uma atitude radical pautada na ideia que o diploma é desnecessário. Pelo contrário, as transformações no mercado de trabalho têm mostrado a necessidade latente de pessoal cada vez mais preparado, tanto de forma técnica, como comportamental para atuar em diferentes funções ao longo da vida profissional.

E os motivos podem ser elencados:

Primeiro: Trabalhar de forma “projetizada”

Tendência das empresas para assumirem trabalhos em formatos de projetos, diante da economia cada vez mais enxuta, as empresas que prezam por gestão “paternalistas” caminham para a falência. Por esse motivo, o profissional que souber se adequar a diferentes projetos e consequentemente equipes e frentes de trabalhos estará mais apto para enfrentar as demandas futuras.

Segundo: Despertar para atividades pautadas na Interdisciplinaridade

Ter postura interdisciplinar significa buscar conhecer de todas as áreas e conseguir contribuir com o conhecimento específico em diferentes trabalhos. Enxergar formas fora da que está habituado atuar para buscar soluções, estar disposto a assumir responsabilidades inesperadas. Ter essa percepção pode ser ainda mais valorizada quando o profissional consegue ensinar o que sabe e sente prazer em disseminar conhecimento.

Terceiro: Inteligência social entender e gostar de gente

Ter habilidades e competências técnicas não é suficiente se o profissional for desprovido da capacidade de se relacionar, conseguir interpretar as ações dos outros, escutar, falar e também calar nas horas certas. Essas são atitudes de pessoas empáticas e que fomentam ambientes de trabalho mais saudáveis e agradáveis tão almejados em tempos difíceis como os que enfrentamos.

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Tercia Duarte

Graduada em Hotelaria, especialista em Marketing e em Letramento Informacional é Professora Universitária nos Cursos de Publicidade, Administração, Hotelaria &Turismo. Possui um Blog de publicação semanal da Revista Ludovica sobre comportamento na era digital. Mãe do Fernando desde 2009.