Imagine que você é um recrutador e está procurando um profissional para assumir o marketing digital da empresa em que você trabalha. Ou, melhor ainda, que você é o dono da empresa e precisa de alguém que seja bom o suficiente para o cargo. Organizado, comprometido, competente etc.

Aí então publica o anúncio da vaga e começa a receber currículos. Muitos currículos. Seleciona alguns 5 que lhe chamaram a atenção pela experiência e formação, e então resolve dar uma breve olhada em suas redes sociais para ver mais ou menos quem você vai chamar para a entrevista.

Sem precisar descer muito na timeline do candidato, já se depara com um post zombando com as feministas, depois com um outro zombando com gays, logo abaixo uma selfie, depois mais alguma outra coisa que não acrescenta muito também.

O que você pensaria deste candidato? Você gostaria de vê-lo representando sua empresa? Imagine que ele estaria sempre em contato com seus clientes e fornecedores, e depois de um tempo as pessoas começariam a adicioná-lo no Facebook. O que seus clientes e fornecedores pensariam sobre toda essa “zoera” em sua timeline? Talvez a imagem que ele passa não tenha muito a ver com o profissional, eu imagino. Mas provavelmente não o viriam com bons olhos.

Há um certo tempo as mídias sociais deixaram de ser um lugar para publicar qualquer coisa que vem à sua mente. A imagem que você passa em suas redes é essencial para que as pessoas tenham uma imagem legal de você e te olhem como uma pessoa que seja mais do que uma foto bonita no perfil.

Você sabia que 80% das pessoas postam conteúdo sobre elas mesmas em seu perfil? As outras 20% procuram criar conteúdo sobre o nicho específico em que trabalham, publicam novidades úteis, geram engajamento, criam conexões etc. Isso é valiosíssimo.

Aí você me pergunta: “Mas e agora? Devo parar de postar minhas selfies e a minha foto de cerveja na sexta feira?” Não é bem assim. Você pode postar o que quiser, desde que não fique repetitivo e cansativo. Pense comigo: se você posta só fotos suas o tempo todo, uma hora vão pensar: “Caramba, esse fulano não faz nada da vida!”. Procure publicar conteúdos que ajudem as pessoas, ou até mesmo crie-os. Serve blog, canal no Youtube, Instagram, enfim… as redes são inúmeras e cabe à você como quer ser visto em seus canais. Tente olhar pelo seguinte caminho: como seria alguém que eu admirasse nas redes sociais? Tenho certeza que seus posts melhorarão cada dia mais, gerando amigos valiosos, oportunidades melhores e muitos elogios.

Vou ficando por aqui e até a próxima!

banner clique
The following two tabs change content below.
Publicitária, trabalha com assessoria e gestão da imagem de marcas, produtos e pessoas em Tati Fanti - Gestão da Imagem. É também colunista nos portais MMA Premium e Bjj Girls Mag. Acredita no poder das pessoas e na arte da comunicação como ferramenta de transformação.