2017. 10 anos de iPhone. 9 do Android e mais de um bilhão de pessoas no mundo com smartphones.

Talvez nos últimos 5, 6 anos você deve ter escutado, lido bastante sobre “esse é o ano do mobile”. Legal né, só quando se fala mobile, a primeira (e talvez única) coisa que vem na cabeça é… aplicativos. Mas, mobile vai muito além disso.

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Mobile vem de mobilidade, é a tecnologia estar presente aonde quer que eu, você ou quem quer que seja vá. Smartphones, Apps, Wearables, VR são os meios móveis. Essa tal tecnologia móvel possibilita a informação chegar/ir mais rapidamente, seja pra você, para seu médico, para seu personal e até para as marcas que interagem com você (você sabe que no Facebook já é possível preparar Ads baseado em geolocation né? – Por isso ele insiste em você ativar sua geolocalização pra saber ~se seus amigos que estão por perto cof cof cof~.

E A.I. ?

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Esse trocadilho infame é só pra lembrar de algumas coisinhas bem importantes. No último Google I/O (conferencia anual dos desenvolvedores do robozinho verde), o CEO Sundar Pitchai, falou sobre a mudança de Mobile First para AI First. O que isso significa? Deixar qualquer tecnologia cada vez mais transparente e inteligente. Inteligência Artificial + Machine Learning servindo justamente para deixar os produtos/serviços/informações mais de acordo com a necessidade dos usuários. E já é visível como o Google tá fazendo essa mudança.

Se você tem um Android, abra seu Google Maps. Apesar de estar ainda em fase beta ao contrario de apenas o mapa da onde você está e pra onde você quer ir, agora as sugestões de locais e informações estão muito mais evidentes.

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Outro bom exemplo, é o Pinterest. Que recentemente anunciou o Lens, “Shazam” (aquele app de reconhecer musicas) para objetos reais.

Isso sem falar no quanto algumas empresas estão apostando nos Bots (principalmente o Facebook no Messenger). Mas isso merece um artigo por si só.

Alô alô!

Reconhecimento de voz é outra coisa que mostra que mobile Google Home, Alexa (da Amazon) e os assistentes pessoais da Maçã, do Robô não param de evoluir. Ainda há uma grande dúvida sobre o “acionamento” desses devices, uma vez que é uma chatice precisar falar “Ok Google” toda vez que for conversar com o Google Home. Inclusive, no último Super Bowl, um dos comerciais ativou centenas deles (seria o primeiro teste de contato da Skynet? haha).

Por incrível que pareça, a tecnologia ficar transparente e não ligada apenas a aplicativos ou smartphones mostra o quanto mobile ela pode ser. Iniciativas e oportunidades não faltam!

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Arthur Castro

Respira Mobile e inovação. Sempre conectado com algum iGadget, é exemplo vivo dessa geração "alguma letra". Além de escrever aqui e em outros blogs, é palestrante e passa os dias criando apps.