Navegando pelo Linkedin, vi um post sobre o comportamento dos lobos quando a alcateia se desloca para algum lugar. O texto descreve que os três primeiros da fila são os animais mais velhos ou doentes, seguidos pelos cinco lobos mais fortes, que defenderão o grupo em caso de um ataque. Por último vem o lobo alpha, o líder da alcateia. E assim, esses animais seguem seu caminho sob o espírito de grupo imposto pelo líder, que não deixa ninguém para trás, afinal, o objetivo deles é chegar todos juntos ao destino.

Bom, podemos fazer um paralelo entre os lobos e uma equipe colaborativa a partir desta história. Funcionários novos, seja porque são recém contratados na empresas ou transferidos de uma outra área, estão mais vulneráveis, afinal não conhecem processos e ferramentas e precisam ser capacitados. As pessoas que já possuem um nível de maturidade bom em relação a processos e ferramentas podem contribuir compartilhando seus conhecimentos com seus colegas, auxiliando na capacitação do grupo, seja por meio de um treinamento caseiro, uma mentoria ou on the job training. Por fim temos o líder, que assim como o lobo alpha, não deixará ninguém pelo caminho, incentivando a colaboração dentro da equipe.

Assim como a alcateia que viaja unida, uma equipe colaborativa trabalha se auxiliando mutuamente porque todos tem um objetivo comum, que é chegar até o seu destino, no caso a entrega dos resultados e atingimento de metas.

O trabalho colaborativo é importante para a saúde da equipe porque faz todos se respeitarem e se ajudarem. Ao trabalhar assim as coisas ficam mais simples, já que é mais fácil administrar um grupo em que todos falam a mesma língua e estão na mesma página em termos de conhecimento relacionado aos processos e ferramentas. Não importa se somos homens ou lobos, devemos cuidar uns dos outros dentro do nosso grupo, afinal não sabemos em que parte da fila estaremos amanhã, certo?

E você, tem cuidado da sua alcateia?

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Marcelo Oliveira

Jornalista e entusiasta da Gestão do Conhecimento e Inovação, com uma passagem de 17 anos pela EMBRAER, onde atuei na edição de Publicações Técnicas e como focal point de inovação. Estruturei e estive a frente de um programa voltado a conectar pessoas, ajustar processos, melhorar a comunicação e aplicar uma gestão colaborativa e inovadora de equipes, ajudando a desenvolver o potencial humano, através do engajamento e da capacitação. Em paralelo, como freelancer, produzi textos para a revista Villaggio Panamby e para o site infoescola.com. Fundei a Inovadoramente Consultoria para oferecer serviços em gestão de equipes e comunicação. Também sou conteudista no Ideia de Marketing e na Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento, além de professor de Pós-Graduação na ESPM, dentro do Centro de Inovação e Criatividade.