Todos os dias tomamos uma série de decisões. De pequenas e simples a complexas e que potencialmente definem o rumo a ser seguido. Mesmo quando não tomamos algumas atitudes, também estamos optando por não agir e assim decidindo por manter as coisas como estão. Faz parte do livre arbítrio, da possibilidade de decidir, escolher em função da própria vontade.

Em geral seguimos a rotina com alguns processos decisórios diários, mas em alguns momentos surgem situações que envolvem uma grande decisão, aquela que claramente vai mudar o que fazemos, sentimos, produzimos, enfim, vai surtir uma mudança substancial na vida. Neste sentido, a teoria do Efeito Borboleta, de Edward Lorenz, descreve como pequenas variações nas condições iniciais, pequenos eventos, podem levar a grandes consequências a longo prazo. Ou seja, mesmo pequenas decisões podem interferir drasticamente no resultado obtido. É interessante levantar este ponto, não para alarmar, mas para refletir sobre as decisões que tomamos. Pensar na situação que estamos. E principalmente ter em mente que as grandes decisões impactam sim e precisam ser tomadas com a atenção e cuidado necessário para não causar arrependimentos ou frustrações futuras.

Infelizmente não existe uma fórmula para o sucesso, para a auto-realização, até porque são definições subjetivas. Cuidado com aquelas pinturas bonitas de qualquer coisa, presentes em todas as áreas, da maternidade ao empreendedorismo. Existe hoje um movimento que vai contra essa versão “perfumada”, que apresenta as coisas um pouco mais como elas são, mas ainda assim se você só quiser ver o lado bom, você conseguirá.

Talvez muitos vão opinar, e é importante ouvir a opinião dos outros, porque muito provavelmente eles levantarão pontos que não foram pensados.  Mas cada um carrega o peso e vive as consequências das suas decisões. Então ouça, mas a decisão é sua! Muito provavelmente haverá algum tipo de julgamento em relação à elas, mais um motivo para se ter a segurança nas escolhas feitas.

Enfim, a maioria das decisões não são fáceis, mas ninguém disse que seria, não é mesmo! Considere o máximo de fatores que possam estar relacionados, e se optar por arriscar, vá em frente e assuma a responsabilidade se não der. E se achar que não vale o esforço financeiro, físico, psicológico, fique tranquilo, porque muito provavelmente para o seu contexto no momento não era algo viável, e siga em frente, mas esqueça o “e se…”. E se você estiver em um momento de tomar esta decisão o meu conselho é inspira, respira e não pira! A decisão certa é a sua! Boa sorte!

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Caroline Trapp

Gerente de vendas
Publicitária e sócia-proprietária na AnimA Estratégias em Relacionamento. Estuda comunicação, marketing e comportamento de consumo, vê no relacionamento o diferencial de marcas e negócios!