Muita gente passa por um momento crucial na vida em que aparece aquela dúvida sobre ser um pagador de contas compulsivo ou poder correr atrás do seu próprio desenvolvimento, gerando resultados muito superiores à média do mercado, sendo um poupador, ou um investidor.

Esse assunto é até um tabu para muita gente – que passa uma vida inteira pensando no momento ideal para largar tudo e empreender ou para desistir do sonho e se entregar a um concurso público, por exemplo. Não se preocupe, você não está sozinho!

Mas o fato mais importante é que depois de tomada a decisão por se tornar o dono do negócio, o empreendedor da família, o chefe, nenhuma sensação é mais emocionante do que a de poder ter as rédeas de tudo. E com isso vem a responsabilidade, a preocupação, o medo e a vontade incansável de correr o risco.

Não há literatura sobre empreendedorismo que não mencione “o risco calculado”, ou a teimosia do perfil empreendedor em tentar algo que ninguém tentaria. Mas a mesma literatura por vezes esquece alguns elementos importantes, mas que muitas vezes não são mencionados nem mesmo pelos consultores mais experientes – e está aqui outro tabu que deve ser derrubado o quanto antes.

Sempre que eu inicio uma conversa com um cliente sobre abrir um negócio, menciono a “hora da verdade”, que é a realidade sobre o retorno do investimento, sobre o que é faturamento e o que é lucro – por mais incrível que possa parecer, ainda existem pessoas que não compreendem alguns fundamentos da contabilidade e a relação que isso tem com a saúde das empresas, principalmente nos primeiros meses, semestres e anos.

Quando você é o chefe, principalmente em empresa pequenas, micro ou empreendedores individuais, a chance de tudo dar certo é muito grande, porque você que toma todas as decisões importantes. E o mais interessante é que porque você é o chefe – também – que a chance de tudo dar errado é muito grande.

Nesse caso, a mensagem que desejo passar nesse pequeno artigo é que a responsabilidade por tudo é sua, portanto, seja um incansável, seja um pesquisador, construa modelos, teste, seja arrojado – mas não seja burro, seja conservador – mas não seja molenga. Tenha certeza de estar fazendo de tudo para obter os resultados, pois você não tem mais ninguém para por a culpa. Não vai ser o colega que passa o tempo nas redes sociais, vai ser você. Não vai ser o chefe que tranca suas melhores ideias, vai ser o seu poder de investimento e crença.

Nesse caso, a parte mais interessante desse desafio é que tem duas grandes notícias sobre ser o chefe: a boa notícia é que ninguém mais vai dizer o que você precisa fazer e a má notícia é que ninguém vai estar lá pra dizer o que você vai ter que fazer. Seja um FAZEDOR, use o seu instinto aliado a sua inteligência, faça acontecer e esteja pronto para errar. Lembre-se sempre do seguinte: ninguém disse que seria fácil, mas também ninguém disse que seria impossível!

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Jonatan Fortes

Consultor Empresarial
Consultor empresarial, Diretor de Marketing da Fonte de Talentos (RS). Mestrando em Desenvolvimento Regional, onde busca conhecimentos visando aplicar na geração de talentos. Acredita no poder da comunicação e atua na promoção e desenvolvimento de empresas e talentos para o crescimento coletivo.

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