No mundo dos negócios, existem as micro, as pequenas, as médias e as grandes empresas, assim como desde negócios gigantes até microempreendedores individuais.Porém, o que faz a diferença mesmo é se o pensamento e a postura dos seus gestores é grande. Quem pensa e age com grandiosidade, prospera. Quem tem medo e pensa pequeno, só anda para trás.

Pensar grande não significa fazer negócios milionários, mas sim agir com otimismo, visão, resiliência, planejamento e ousadia, com responsabilidade e correndo riscos calculados. Os líderes dos mais inspiradores empreendimentos do mundo agem assim. E estou falando de gestores de empresas de todos os tamanhos, como o Bill Gates (da Microsoft), o Jorge Paulo Lemann (de várias marcas), o Zé (da padaria aqui da esquina), o Mark Zuckerberg (do Facebook), a Maria(da quitanda vizinha) e muitos semelhantes espalhados pelo mundo.

Esses notáveis líderes certamente contribuem com a evolução dos seus negócios, diferentemente daqueles que já podem ter dito “não” para uma grande ideia por conta dos seus preconceitos, desconhecimentos e vaidades pessoais.

Separei algumas desculpas e justificativas que um empresário que pensa pequeno diria caso eu lhe apresentasse a ideia do Uber como sugestão para abrir um novo negócio. Vale a reflexão:

1) “Ah, não vai dar certo. Ninguém faz assim”.

Muitos gestores e profissionais vetariam a ideia logo de início, porque acreditam que, se ninguém fez, aquilo não pode ser bom. Isso significa falta de visão e postura de mediocridade. Pensar grande é estar disposto a acreditar no diferente e no inovador!

2) “Não sei se devemos investir tanto no digital”.

Acredite, eu ainda ouço isso. Não sei nem se consigo comentar sobre quem não tem acompanhado a evolução do mundo. Os “não-tecnológicos” já foram ultrapassados pelos concorrentes e estão ficando cada vez mais para trás. A indecisão é inimiga do tempo!

3) “Mas, será que as pessoas vão aderir um novo modelo de transporte pelo celular? O 3G no Brasil é uma @#%_$&!”.

Não podemos enlouquecer e achar que, para qualquer ideia diferente, haverá uma conspiração. É muito importante tomar decisões com base em pesquisas e estudos para entender melhor o hábito do seu público. Mas, o pessimismo não rola. Ficar, a todo o momento, procurando desculpas ou justificativas para algo não dar certo, é esperar pelo fracasso.

4) “Os taxistas vão começar uma guerra!”.

Não devemos projetar o nosso negócio com base no que a “concorrência” poderá fazer. Precisamos olhar para o mercado e orientar nossa atividade para ele, identificado oportunidades e desenvolvendo negócios a partir delas. Quem perde tempo copiando o concorrente esquece de olhar para o próprio umbigo. É aí que mora o perigo!

Infelizmente, ainda existem empresas imaturas, que não acompanharam – e nem têm acompanhado – a evolução do mundo. Essas empresas preferem tapar os olhos para o futuro em detrimento dos seus achismos históricos. E, enquanto não mudarem sua postura, continuarão sofrendo e tendo sérias e graves crises de identidade.

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Isaac Zetune

Isaac Ramiris Zetune é jornalista, pós-graduado em marketing político e especializado em branded content. É sócio-diretor da Agência Insane e fundador da plataforma EMPREENDA.SE. (isaac@sejainsane.com.br)