Já dizia Camões: “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”. E o mercado precisa acompanhar essas mudanças. A Kodak foi um marco dos anos 90 e até hoje é referência de sucesso e fracasso. Tudo ao mesmo tempo.

Fundada pelo inventor do Filme fotográfico, George Eastman, em 1888 a empresa tornou a fotografia mais acessível através da câmera Kodak. Uma ideia que deu certo durante muito tempo. Afinal era um mercado interminável que rodeava entre comprar filmes para um determinado número de poses e posteriormente ir a uma loja revelar.

Só que em tempos de digital, nada é insubstituível.

O que levou uma empresa a falência dentro do próprio segmento que criou? Falta de pesquisa e de percepção do desejo do consumidor e das evoluções tecnológicas?

Vince Barabba um ex-executivo da Kodak escreveu um livro: “The Decision Loom: A Design for Interactive Decision-Making in Organizations (“O Tear da Decisão: Uma proposta para a tomada interativa de decisões em organizações”) e nele conta que a empresa acreditava que a tecnologia digital demoraria para sobressair a grande invenção da Kodak e que teria cerca de 10 anos para se adaptarem.

E mesmo acreditando que teriam tanto tempo, não fizeram por onde se adaptar de maneira correta. Apenas em 1996 criou a Advantix Preview, uma máquina onde era possível ver e escolher previamente as fotografias, mas ainda assim, fotos tiradas em rolos de filme incentivando a impressão em papel.

Em tempos de digital e de constantes mudanças não se preparar é declarar falência. O mercado é veloz e a rápida adaptação é requisito para empresas e empregados.

O que funcionou ontem pode não funcionar hoje ou pode simplesmente não ser o desejo do cliente.

Então como evitar um fracasso como o da Kodak e agir com inteligência de mercado? (Empresarialmente e profissionalmente falando)

Mente aberta a mudanças

Em determinados momentos é preciso abandonar completamente uma linha de raciocínio e dar o braço a torcer na direção completamente contrária. Nesses momentos uma equipe unida e disposta a mudar é fundamental. Em algum momento na história da Kodak alguém enxergou o fracasso. Será que alguém quis ouvir sobre um possível fracasso?

O todo é melhor que as partes

A Kodak se esforçou em entender como seus parceiros funcionavam, mas não ouviu seu departamento de pesquisas laboratoriais voltadas para tecnologias digitais. Uma equipe trabalhando junto e se esforçando por um mesmo objetivo tende a unir forças e gerar melhores resultados. Fácil? Temos a certeza  que não.

Mas a busca leva a conquista.Certo? Pensar e agir holisticamente.

Adaptar planos e rotas

Se apresentar indisponível a mudança de projeto e de estrutura é comum, mas fada qualquer empresa (e profissional) ao fracasso. Mesmo que uma primeira proposta e projeto tenha tido sucesso, as mudanças do mercado podem exigir outra grande mudança. É necessário estar pronto para mudar e abandonar a nostalgia do que deu certo. O apego ao sucesso pode levar ao fracasso.

Mudar ferramentas e métodos: Quando falamos em meio digital há ferramentas, aplicações e todo tipo de tecnologia para toda ideia e projeto. A empresa pode se deparar com um amontoado de informações. Sem ligação ou nexo. Com a ajuda de ferramentas adequadas é possível ligar pontos cruciais que levem ao sucesso e ao encontro com o ideal do seu modelo de negócio.

Pra começar aplicando:

36 Ferramentas online gratuitas: https://empreendedor-digital.com/op/36-ferramentas-gratuitas-2/

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Sabrina Kelly

Mineira de Belo Horizonte, publicitária em formação, apaixonada por viagens e fotografia. É técnica em Sistemas da Informação pelo Colégio e Faculdade Cotemig e fez um intercâmbio em Jornalismo na Universidade de Coimbra, Portugal. Escreve para a Obvious Maganize, produz conteúdo para e-commerce e é criadora da Loja Virtual Feitio.