Olá leitor, tudo bom por aí? É um prazer te dizer que este texto foi produzido em parceria com a influenciadora e consultora em marketing digital, Tatti Maeda. Nossa proposta é te conduzir neste tema através de referências e experiências pessoais.

É de se pensar que em todo o tempo estamos nos movendo – tanto para frente como para trás – ao que se diz de processo criativo. Nota-se a necessidade constante de um acompanhamento minucioso deste desenvolvimento artístico. A pró-atividade é um dos elementos mais importantes. Ela traz o impulso e energia necessários. Ouvimos muito do preparo de gestão e sobre o desenvolvimento, mas é preciso atenção à pós produção. A continuidade e manutenção do que um dia foi concebido.

Talvez você já tenha ouvido falar do termo e conceitos da “modernidade líquida”, e neste discurso contemporâneo, as várias transformações caraterísticas na relação da organização de tempo, ações criativas e comportamento. Mesmo que este não seja nosso foco por aqui, é válido a ponderação de tal argumento (BAUMAN, 2007).

É preciso imprimir e transparecer na forma como se conduz a criação de conteúdos aquilo que é a cultura da marca. Os valores. É necessário estudar de que forma a marca se comunica e interage com seu público. E por este pensamento, uma das coisas que permeiam e auxiliam na condução desta comunicação envolve a CRIATIVIDADE.

Carolina Laurenti, Psicóloga e Doutora em Filosofia, em seu texto conjunto a Natasha C. Southier, “Criatividade no Mundo Líquido-Moderno”,  explica: “Essa caracterização, modernidade líquida, deve-se principalmente ao caráter volátil da contemporaneidade, que possui por conta disso, valores transitórios. Todas essas mudanças produzem na vida dos indivíduos perda da autoconfiança, dos objetivos, do rumo. A única certeza que se pode ter é que haverá mudanças e mais mudanças, sendo que a flexibilidade é atributo essencial ao indivíduo nessa época.”

Na sociedade contemporânea, ações criativas podem tão somente ter a função de inserir novas estratégias que ajudem o indivíduo a se adaptar às mudanças desenfreadas do mundo, mantendo no limite o status quo, como também as próprias mudanças que jogam ao “lixo” o que é velho. Parece, então, que a criatividade nessa sociedade toma dois significados: criatividade-adaptação ou criatividade-destruição.

Nas várias ramificações, quando olhamos para as redes sociais, este traz o tom e relevância necessários. Se você atua como social media, precisa obter compreensão de mensuração e engajamento. Mesmo impulsionado pelo imediatismo, não deve se esquecer da credibilidade e influências necessárias para a peça, o texto, e post ou métricas alinhadas com seu cliente.

Mas, como eu me inspiro? Esta é a pergunta que vale o pote de ouro no fim do arco-íris! Tatti diz que o processo criativo é um universo particular. Porque mesmo que você já esteja há muito tempo desenvolvendo esta tarefa: a de criação, é preciso pensar em reciclagem e reinvenção – de você mesmo, e do seu ambiente.

Sabe aquelas perguntas que um dia você já se fez, lá no início de tudo? Vale repeti-las, e então, (re)descobrir coisas novas.

“Eu me inspiro completamente com música. E quando estou muito esgotada, cozinhar me enche de energia. Percebem?

Experimentem fazer as seguintes perguntas para começar a descobrir suas inspirações, pois desta forma a criatividade será despertada – foi um exercício que aprendi com a Terapeuta Erika Kanazawa, em um workshop sobre “Criatividade e Bem Estar”:

1. O que é criatividade para você?

2. O quão ela é importante na sua vida?

3. Como você reconhece a criatividade nos outros?

4. Quais são suas inspirações?

Depois escreva em papel | Definição | Método | Motivação.

Para ilustrar vou compartilhar o escrevi:

Definição: Criatividade é o resultado dos meus estudos e a busca por transmitir da forma mais empática aquilo que acredito valer a pena dividir para ver multiplicar.

Método: Eu procuro ler muito e sempre que preciso me concentrar estou ouvindo música. Faz parte do meu método, trocar ideias com pessoas que considero inspiradoras de acordo com o que estou desenvolvendo.

Motivação: Considero essencial ‘se permitir’ deixar que as ideias fluírem. Acredito ser esse o elemento mais essencial para que a criatividade flua. A partir desse ‘brainstorming’ é que defino então o que é aplicável, o que precisa de ajustes, etc.”

Li em um flayer hoje que “o mais importante que entender, é se divertir”, e claro, se formos discutir contexto e ir ao pé da letra, o debate rende. Mas por uma visão macro e simplista, vejo que é preciso mesmo enquanto monitoramos as redes e nosso trabalho, ter leveza e diversão.

Acreditamos que a criatividade está aí, precisando ser explorada. E que precisa ser estimulada para fluir de maneira contínua e aplicável em tudo que você cria. Ter a consciência do ato e desenvolver um bom modelo de negócio, preparando as estratégias e definições, tornam seu processo mais leve e prazeroso. Lembre-se disto: criar é viver; continuar se movendo.

Você pode conhecer mais a Tatti e seus textos através de seu perfil no LinkedIn.

Obrigado pela leitura e até o próximo texto!

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Essa coisa de definir coisas... Escritor, professor, colunista e curioso. Produzindo o terceiro e-book. Licenciando em Filosofia, com foco nas artes e comportamento. Não vive sem séries - e dramas. Melancólico e péssimo de cozinha. www.arthurbarbosa.com | @arthiebarbosa