Prometo que esse não é nenhum artigo contando um passo a passo para você ficar milionário ou alguma fórmula mágica para o sucesso. Esse artigo é para contar um pouco de como o esforço, a imersão, uma boa equipe e a dedicação são pontos cruciais para conquistar algum objetivo.

A célebre frase do título, é a jornada de um herói (substitua o herói pelo que você quiser) que vai do nada ao tudo. O interessante é tanto o ‘nada’ e o ‘tudo’ podem ser aplicados em várias situações. Seja o ‘zero’ o começo de uma startup, o começo de algum projeto, um novo desafio, ou mesmo o recomeço, quando o zero na verdade já é algum avanço.

Assim como o ‘tudo’, o ‘Hero’ é o sucesso, um resultado atingido, um prêmio conquistado, uma meta batida, uma superação, o reconhecimento e outras milhares de possibilidades. Enfim, todos nós passamos por esse processo AO MENOS uma vez na vida.

Empreendedorismo, startups, aplicativos, Business Model Canvas, MVP… São palavras que temos escutado cada dia mais, que estão diretamente ligadas a métodos e termos que acabam diretamente ligados às ideias. Ideias, essas não faltam ao mundo. O mesmo não pode ser falado sobre execução. E falando em execução, isso deveria parecer um pouco mais difícil quando em um final de semana de imersão é necessário validar modelo de negócio, montar um MVP, trabalhar com gente desconhecida, tomar decisões, apresentar, responder perguntas e aguardar ansiosamente o resultado. É assim no Startup Weekend, e é assim nos Hackathons, é assim em diversos eventos pelo mundo a fora, e onde devia ser mais complexo, as coisas caminham como devem ser (às vezes, até mais que o esperado). E por que isso não acontece no dia a dia?

“Tá Arthur, qual a conexão?”

Diariamente empresas recebem investimentos milionários, mercados são totalmente renovados e coisas novas surgem a cada piscar de olhos. E a grande diferença está na execução. Posso não ter a melhor ideia, mas fui lá, executei, aprendi com o feedback das pessoas e evolui. Já dizia Reid Hoffman, um dos fundadores do Linkedin “Se você não tem vergonha da primeira versão do seu produto, certamente demorou demais para lançar”. E aqui está o ponto: é executar, não arrumar desculpas/problemas e postergar. Por isso estamos vendo uma série de grandes empresas (só para mencionar alguns exemplos: IBM e Stefannini) com projetos e aceleradoras para outras startups. É mais fácil essa “absorção” do que ter que adaptar novas ideias a uma estrutura que já têm anos. Outro exemplo onde isso fica claro é no Facebook, com o Facebook Labs e também o FbStart, onde “mini startups” são criadas para dar velocidade e intensidade nos projetos.

Um herói não nasce pronto, assim como uma startup, uma ideia, ou o que quer que seja, também não. Por isso nesse processo existem tarefas árduas, como escolher bem seus companheiros, dividir tarefas, tomar decisões, saber dizer não (e também sim). E essa intensidade não deve existir apenas nessas competições, deve ser replicada em qualquer negócio e claro, na vida também.

E quando a jornada do herói tiver completa, não se esqueça que no dia seguinte ela começa novamente.

From Zero To Hero!

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Arthur Castro

Respira Mobile e inovação. Sempre conectado com algum iGadget, é exemplo vivo dessa geração "alguma letra". Além de escrever aqui e em outros blogs, é palestrante e passa os dias criando apps.