Antes de começar o artigo, gostaria que você fizesse uma pequena recordação: qual foi a última vez que você fez uma ligação pra algum de seus amigos/familiares? (Não vale ligações pra Judith pra cancelar algum plano ou alguma tarifa cobrada indevidamente). Pois bem, acredito que faz algum tempo, principalmente depois que até a vovó participa daquele grupo da família no WhatsApp.

E como não se sentir em um Big Brother ou lembrar da vó que sempre avisava pra você sair no horário quando o Google Now avisa “o último metrô pra sua casa passará em 10 minutos” ou ainda, quando você desce a central de notificações do iPhone e vê que a próxima reunião é em 30 minutos, mas devido ao trânsito você levará em média 50 minutos pra chegar?

Enfim, esses foram só alguns exemplos cotidianos, que mostram que nossos devices estão se tornando cada vez mais assistentes pessoais. Dados, informações, localização, inteligência artificial, comportamentos e etc. Pode parecer simples, mas até a claridade já é reconhecida pelo seu device que, quando está mais claro, diminui o brilho da tela e quando mais escuro, aumenta.

E a “parceria” com os wearables? Com certeza veio pra deixar eles ainda mais inteligentes. Você faz uns exercícios com uma jawbone no pulso e com um sync, os dados estão no seu smartphone, ainda com um plus de sugerir novos treinos ou novas metas. Falando em recomendações, e os serviços de streaming cada vez mais aprimorados e com sugestões bem próximas de sons que “talvez você goste de”. Pandora, Spotify, Rdio, estão investindo cada vez mais no aprimoramento do algoritmo de recomendações. Sem falar no reconhecimento de voz cada vez mais aprimorado, tanto do now, quanto da Siri (que parece que finalmente chegará ao português em breve)

Agora pense em um futuro não muito distante: Seu relógio identificou que você dormiu muito mal, enviou as informações para seu médico que as analisou, viu que você estava com uma virose e mandou um atestado pra você e também para seu trabalho. Muito futurista? Não, não mesmo. É o futuro que a Microsoft pensou para 2020, talvez chegue mais rápido.

O Google Translate por exemplo já está fazendo a tradução em real time de voz e também imagens.

Google Word Lens iPhone GIF

Resumindo: o futuro está em nossas mãos ( e dedos, e telas) literalmente.

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Arthur Castro

Respira Mobile e inovação. Sempre conectado com algum iGadget, é exemplo vivo dessa geração "alguma letra". Além de escrever aqui e em outros blogs, é palestrante e passa os dias criando apps.