Ou vai deixar de existir.

Como assim?! É isso mesmo que você leu. E não exatamente porque estamos à beira de algum colapso ou um novo filme do exterminador do futuro (tá aí o motivo da capa). A internet já está tão presente em nosso dia a dia que se quer notamos o quão enraizada ela está. Não existe mais “ Off-line”. Vivemos em um mundo totalmente conectado, onde a internet é uma necessidade que já faz parte da pirâmide de Maslow, assim como nossos smartphones, wearables e algum outro device são praticamente uma “extensão” do nosso corpo. Erich Schimidt, um dos fundadores do Google disse: “Existirão tantos endereços IP e tantos dispositivos, sensores e coisas para vestir, que estaremos interagindo com elas sem mesmo senti-las, elas serão parte da nossa presença o tempo inteiro”.

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Agora, faça um exercício: Imagine o mundo um dia sem internet. O caos se instalaria de tal maneira que é complexo só de imaginar. Bancos, máquinas, comunicações, empresas inteiras… Consequentemente, a economia teria um baque e teríamos ai um grande problema pra resolver.
Exagero? Pense numa escala menor: imagine você, um dia sem internet. Desconsidere os finais de semana desconectados, porque esses são necessários e imperdíveis. Um dia de semana. E sem internet. Como seria o trabalho? A comunicação? E tudo mais?

Outro sinal disso, é a Internet das Coisas. A princípio, a comunicação era utilizada apenas por celulares, e hoje, até geladeiras e lâmpadas conseguem interagir. Principalmente com a chegada do Android Wear e também do AppleWatch, e essa explosão de devices, em breve a escolha da sua casa ou do seu carro não vai se limitar a quantidade de quartos ou decidir se é Sedan ou Sport, mas sim, se está conectada e também a capacidade de conectar em quantos devices. Curioso ou não, os devices mais “tradicionais” (que foram lançados a menos de 10 anos), são smartphones e tablets.

Esse “desaparecimento” na verdade está mais ligado a expansão e velocidade. Ou seja, como falei no principio, a internet já é algo tão comum que se imaginar sem ela é realmente complicado. Falando em conexão, o quão conectados estaremos em 5-10 anos? Qual pacote de dados você terá? Quantas coisas vão estar conectadas? Quantos devices teremos? Como será o iPhone 20? E a base de aplicativos nas App Stores até lá, imagina o tamanho?

São perguntas que aguçam nossa mente, e nos mostram o quão veloz as coisas evoluem quando se fala em tecnologia. E o quão irônico é também, visto que as conexões de pacotes de dados não são tão velozes assim…

Mas independente das conexões, uma coisa é certa: nenhuma dessas supera a conexão humana, que também está na pirâmide de Maslow.

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Arthur Castro

Respira Mobile e inovação. Sempre conectado com algum iGadget, é exemplo vivo dessa geração "alguma letra". Além de escrever aqui e em outros blogs, é palestrante e passa os dias criando apps.