Tenho certeza que você já ouviu e leu em muitos lugares que “vivemos em um mundo conectado” e “tecnologia nos deixou anti sociais”, “saudade daqueles tempos que você me ligava ao invés de mandar um Whatsapp”.

A tecnologia nos deixou anti sociais.. não pera!

Realmente, algumas coisas mudaram nos últimos anos, mais precisamente nos últimos sete, quando Steve Jobs anunciou o iPhone e a mudança começou, mas essas mudanças de comportamento não são culpa exclusiva da tecnologia. Por muitas vezes, nós mesmos esquecemos que mesmo vivendo conectados, tudo que precisamos é uma conexão humana.

A tecnologia hoje disponível nos smartphones, tablets, wearable gadgets, smarTVs e até na sua geladeira, nos permite pensar longe. Por causa disso, vemos diariamente soluções muito criativas sendo apresentadas, seja para destravar uma porta, realizar um pagamento, receber uma notificação do smartphone (que agora você pode ler direto do relógio), registrar suas atividades físicas e até mesmo ler durante uma corrida (Conhece o Run-N-Read? Então clique aqui e saiba mais ). As ‘engenhocas’ não param de surgir, e a criatividade alinhada a tecnologia movimentou até a economia. A chamada economia colaborativa  fez diversos mercados balançarem, das cooperativas de táxi as grandes editoras e jornais (Nos EUA, esse ano, os celulares superarão revistas, jornais e rádio em receita publicitária). E se você conseguir voltar no tempo (por favor, me conte como conseguiu) e perguntar há 10 anos atrás para alguém se ele acreditaria em um relógio abrindo um portão, com certeza ele iria falar que isso era impossível. Pois bem, já é possível. E Google e Apple já liberaram seus SDKS para as pessoas criarem possibilidades para seus “smartTudos”

É claro que nem tudo são flores. Quantas startups já surgiram com o velho bordão “um novo conceito de” que na verdade era a cópia do serviço apenas com cores diferentes?

A verdade é que por conta dos muitos projetos, apps, startups que apareceram e continuam aparecendo, ao pensar em algo, exigimos demais por conta de achar que com tanta tecnologia “essa ideia não é inovadora” e, infelizmente por conta dessa cobrança, muitas vezes a ideia continua não valendo nada. Mas, nem sempre é necessário reinventar a roda, e sim, usá-la de forma criativa!

Lembre-se: Toda tecnologia é apenas uma ferramenta para sua criatividade, e muitas vezes, a falta dela aflora ainda mais nossas ideias!

Listei alguns cases aqui para que vocês não se esquecerem disso:

> No me Venga com Wi-Fi

Criatividade não depende apenas de tecnologia e o Venga mostrou isso. O que o bar fez quando o celular começou atrapalhar a interação dos clientes? Bastaram mudar alguns nomes..

> Mobilizing the 12th Man

Quando tecnologia e criatividade caminham lado a lado e ajudam a torcida estar ‘perto’ da equipe, mesmo longe.

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Arthur Castro

Respira Mobile e inovação. Sempre conectado com algum iGadget, é exemplo vivo dessa geração "alguma letra". Além de escrever aqui e em outros blogs, é palestrante e passa os dias criando apps.