Um homem ou mulher sai, se encontra com os amigos para uma balada ou mesmo um parque, um bar, não importa o local. De repente olhares se cruzam, sorrisos surgem. Em geral, esse momento, conhecido como paquera desencadeia a emissão de sinais não verbais. Fundamentais no processo de comunicação, a linguagem corporal também se faz presente onde “o corpo fala”. Saber interpretar esses gestos é uma das chaves para se ter mais desenvoltura na hora da aproximação e concretização do objetivo final.

Entretanto, alguns profissionais estão perdendo esse momento de “viver” realmente, seja pelo uso excessivo da tecnologia seja pelo excesso de trabalho. Como escrevi em outros artigos, se relacionar é uma arte e nem todos possuem tal habilidade. Então vamos refletir sobre alguns pontos que merecem nossa atenção:

Desconecte-se! Já notaram que existem pessoas que ficam em algum canto do ambiente somente focadas em seus smartphones? A atenção do mesmo se focaliza no aparelho e não nas pessoas. Experimente se relacionar mais com as pessoas olhando nos olhos, tocando-as.

Lembre-se das pessoas, mostre interesse! Conquistar a confiança de alguém demanda tempo, dedicação, paciência, analisar fatores positivos e negativos, barreiras. Afinal, relacionamento é uma ciência humana e não exata! Logo é natural que existam muitos complexos, dúvidas e medos envolvidos. Se você não tem tempo para a vida pessoal, organize melhor seu dia, sua semana.

Saia do senso comum! Pessoas gostam de surpresas. Procure conhecer mais das pessoas à sua volta, ora na faculdade, ora no trabalho (projetos, ideias, chefes, colegas) e foque nos gostos,  na história da pessoa. Crie empatia!

relacionamentoUma busca por colocação profissional é semelhante a uma paquera. Nos dois casos temos produtos, demanda e consumidores. Portanto, é indiscutível a necessidade de um bom marketing pessoal em ambos. Você precisa gerar a necessidade do outro ter você na vida ou lhe contratar, suprir suas necessidades com o que tens para agregar, saber interpretar os Idis (Indicadores de interesses) para assim mostrar que vale a pena a pessoa investir em você.

Em seguida temos o processo de relacionamento: Escolha, satisfação, feedback, compensação e investimento.

Escolha: Se você não souber escolher bem um parceiro, tanto na vida sentimental quanto nos negócios dificilmente terá conserto. Saiba que não se pode entrar em qualquer tipo de relacionamento achando que o outro mudará.

Satisfação: Henry Ford dizia “Há dois tipos de pessoas que não servem para uma boa empresa – As que só fazem o que se manda e as que não fazem o que se manda”. Fuja do óbvio, surpreenda, seja diferente! Criar satisfação nos outros é o fator para um bom relacionamento e uma  boa colocação profissional via indicação, por exemplo.

Feedback: Saber olhar para si fazendo uma auto avaliação é tão importante quanto saber ouvir o que o outro tem a falar sobre você. Procure atender e superar as expectativas de quem investiu em você. Avalie-se constantemente!

Compensação: Para cada falha ou deslize compense com coias boas e retire aprendizados. Vivemos em um mundo beta, permita-se errar!

Investimento: Investir em alguém é confiar, portanto tenha os dois pés firmes no chão. Procure conhecer bem o outro antes de lhe dar uma oportunidade e, se alguém confiou em você busque ser sempre o melhor.

Estamos conectados!

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