O poder da marca influencia o cérebro humano muito mais do que imaginamos.

Grande parte das decisões de compra é baseada em razões desconhecidas pelo próprio consumidor. Eletroencefalografia, “Face Expression Recognition” e “Eye Tracker”, são alguns equipamentos que medem e estudam as reações das pessoas perante alguma situação com um produto, por exemplo. O poder da marca influencia o cérebro humano muito mais do que imaginamos.

neuromarketingO Neuromarketing estuda os efeitos que as cores da embalagem, os sons dos jingles ou mesmo o marketing olfativo, levam o consumidor a reagir. Nesses casos, os estímulos externos são responsáveis por determinadas reações neurológicas do consumidor, e não só no momento deste estímulo externo, mas, também, posteriormente, em momentos semelhantes ao do estímulo em questão ou que envolva o produto responsável. O consumidor, ou melhor, o seu cérebro resgatará aquelas mesmas reações. Isso acaba por influenciar sem sombra de dúvida nas suas ações seguintes.

Isso é o Neuromarketing. Através de máquinas que leem sua mente enquanto escolhe um produto pode-se conseguir um conhecimento sobre certas influências e atividades cerebrais que regem o comportamento na hora da escolha do produto.

Mas isto é bem diferente do marketing tradicional de pesquisa, pois o neuromarketing colhe informações do inconsciente, daquilo que está tacitamente guardado e possui valoroso peso para as empresas.

Imagine só, você captar cada reação da(o) sua(seu) namorada(o) para cada lugar que vocês forem ou a cada situação, vendo uma foto ou assistindo a um comercial de Tv. Com isso, você poderá filtrar e selecionar, nesse aglomerado de informações, aquilo que é mais importante para suas próximas ações. Entendeu? Não soa como uma certa invasão de nossa “privacidade inconsciente”?

Posso estar exagerando, talvez, mas não gosto dessa ideia de alguém dar “uma ajudinha” toda vez que eu for comprar algo. Bom, mas muitas coisas – muitas mesmo – que acontecem quando menos esperamos nos surpreendem positivamente, não é mesmo? E é exatamente isso que as empresas querem, e, para isto, o neuromarketing aparece como mais uma ferramenta de estudo e pesquisa. Tudo para ficar mais próximo de você, de mim, de nós, consumistas.


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Marcos Holanda

Curioso. Inconstante. Inconformado. Seria interessante me conhecer um pouco mais pelos meus textos, eles representam parte de mim. Então, boa leitura!