Meus amigos, nas minhas pesquisas recentes descobri um artigo fenomenal no Portal da HSM, com o título “Sua empresa já morreu?” e achei o assunto tão interessante que não tive dúvidas na hora de optar por um novo tema para discutirmos aqui no Ideia.

Esta pesquisa foi desenvolvida pelo professor John Wells na Harvard Business School e, de acordo com este levantamento grandes empresas fracassam porque se recusam a mudar. E sabe o que mais? Os problemas começam a aparecer entre cinco e dez anos antes de sua morte.

mais-do-mesmoDois fatores cruciais de acordo com a teoria do professor cooperam para esse fracasso de algumas corporações. O baixo QI estratégico, que são as empresas que não sabem onde estão e nem para onde vão e apenas seguem os caminhos já trilhados pelos seus concorrentes e que acabam indo para os mesmos lugares.

O segundo fator é atribuído a revolução das empresas inteligentes. Aquelas que se encontram no degrau oposto as empresas de baixo QI. São organizações que visam destruir o roteiro comum. Elas criam e inovam derrubando velhos conceitos.

Menos blá-blá-blá e mais ação!

O fluxo da inovação mudou. Se antes a inovação era iniciativa das empresas hoje ela tem origem nos mercados consumidores. Quem não se orientar de acordo com as necessidades e expectativas dos clientes sofrerá mais em busca do sucesso. Contudo, devo ressaltar que não adianta modernizar e atualizar se você não ponderar o conteúdo, o essencial. Por isso, não lute em todas as batalhas, defina aquela mais importante para sua empresa e, se for o caso, perca com dignidade analisando o que deu errado.

É impressionante como conhecemos todas as receitas para o que vai dar errado, e nenhuma para o que vai dar certo. Já pensaram nisso?

Quem não arrisca não petisca. A maioria das mudanças é imprevisível. Aparentemente todas as novas propostas sempre serão malucas, porém é necessário acreditar nelas. Se você for obediente, nunca vai chegar a algum lugar novo. Lembre-se de que se você for por caminhos já trilhados por outras pessoas só irá chegar até onde eles já foram.

Enfim, perca menos tempo decidindo por qual ação tomar. Neste mundo de rápidas mudanças pode ser mais caro esperar pelas aprovações internas destes projetos do que o valor que será gasto com sua implantação. Permita-se errar, e quando ocorrer ao invés de procurar por explicações, mude-se.

Nenhuma oportunidade bate a sua porta loira e linda. É comum que ela pareça um pouco nebulosa. Ninguém melhor que você para descobrir oportunidades disfarçadas de problemas. Justamente por estar aqui neste momento lendo este artigo. Você demonstra que possui capacidade suficiente para sair dessa. Não deixe sua empresa morrer. Veja o que pode ser aprendido com os erros e busque novas soluções.

Por fim, uma questão a pensarmos: É o problema que precisa de uma solução? Ou é a solução que precisa de um problema?

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Augusto-Talarico

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Augusto Talarico

As vezes você ganha, as vezes você aprende. O seu grande mestre deveria ser o seu último erro. Perfil: Estudante da Pós ADM- FGV e colunista no Ideia.