Para os que não dispensam o prazer de folhear, e às vezes, sujar os dedos de tinta, continuarão a ter acesso às notícias da mesma forma, porém em plataformas e em um tempo diferente dos que aderiram às novas mídias.

Estamos sempre mudando. Parte significativa dos créditos de tal afirmação deve-se às novas tecnologias, principalmente aquelas voltadas para a comunicação – forma e conteúdo – humana. A profusão de conteúdo ou comunicação propiciada pelas novas tecnologias produz constantemente uma quantidade imensurável de informação.

A informação cria conhecimento e, consequentemente produz riqueza, colaborando assim com o bem-estar e qualidade de vida da população. Todo esse conhecimento, gerado pela produção e acúmulo de informação é chamado de capital intelectual, o qual é definido por Thomas A. Stewart como a soma de todo o conhecimento que pode ser utilizado para gerar riqueza.

jornalA internet possibilitou novas formas de comunicação. Saiu do modo estático para o instantâneo através de serviços como os sites de redes sociais, considerados como uma verdadeira revolução na forma como nos comunicamos com outras pessoas, tornando-as mais próximas.

Os avanços da Internet no Brasil se deve pelo aumento do poder aquisitivo das classes C e D. O acesso ao crédito para aquisição de computadores e as reduções de preço da banda larga teriam estimulado, de forma eficiente, o número de pessoas com acesso à Internet no Brasil.

Com toda esta expansão, a mídia impressa viu a necessidade de oferecer suas versões digitais. Os sites passaram a ser mais interativos e suas participações nas redes sociais fazem com que ganhem visibilidade, fixação de marca e proximidade com os leitores.

Há pouco tempo, algumas publicações já deixaram de circular e, uma geração de leitores ficou órfã. Em outrora, já falaram do fim dos livros, do cinema, do rádio. Todavia, todos permanecem se adequando às novas tecnologias. Para os que não dispensam o prazer de folhear, e às vezes, sujar os dedos de tinta, continuarão a ter acesso às notícias da mesma forma, porém em plataformas e em um tempo diferente dos que aderiram às novas mídias.

O impresso, o rádio, a televisão, agora as mídias digitais. Todos têm um grande potencial. O que não pode se perder são as redações experientes que não deixarão seus leitores se tornarem vítimas da propagação de notícias irrelevantes, oriundas da Web 2.0, onde todos se tornam produtores de conteúdo.

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Alison Marques

Viciado em compartilhar conhecimento. É Especialista em Linguagens e Mídias Digitais, jornalista, palestrante e social media.