Se você deseja ser feliz por uma hora – tire um cochilo
Se você deseja ser feliz por um dia – vá pescar
Se você deseja ser feliz por um mês – case-se
Se você deseja ser feliz por um ano – herde uma fortuna
Se você deseja ser feliz a vida inteira – ajude os outros
Provérbio Chinês

O propósito do ser humano, por essência, é amar, ser útil, doar e adicionar valor a alguma pessoa ou alguma coisa. Com base nisso todos os relacionamentos, nas mais diversas esferas, deveriam ser em torno da seguinte questão “Como posso adicionar valor?” ou “Como utilizo meus conhecimentos, círculos de amizades e até mesmo recursos para dar um upgrade na vida de alguém?”. Independentemente do seu credo, religião, você aprende com a própria vida que para receber algo é necessário doar primeiro. Logo, eu compreendo que para me sentir bem eu preciso fazer com que você se sinta bem e isso não é nenhum bicho de sete cabeças. Muitas vezes tudo que um indivíduo precisa é de um elogio, um abraço, uma lembrança, é nos pequenos gestos que encontramos grandes resultados. Costumo salientar em palestras que “Tudo que você faz de bom para alguém retorna em dobro para você” e essa é uma Lei Universal. E mais: Sucesso na vida tem tudo a ver com o que fazemos pelos outros.

No século XXI demos uma nova cara à co-criação e o sentido de “compartilhar”. Somente adotando este comportamento poderiam surgir comunidades de software livre, vizinhos online, protetores de animais e produtores de conteúdo.

Já dizia o poeta Manuel Bandeira, “assim eu quereria meu último poema terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais”. Simples assim, surgiu o renascimento da inovação digital. A revolução foi silenciosa, as forças seculares acreditavam que a web era apenas uma brincadeira de jovens da geração Y e teclantes, daí se depararam com mudanças no mundo através da generosidade coletiva através das mídias sociais. Até o século passado, o mundo era dirigido pelo hiperconsumo e passividade. No século XXI demos uma nova cara à co-criação e o sentido de “compartilhar”. Somente adotando este comportamento poderiam surgir comunidades de software livre, vizinhos online, protetores de animais e produtores de conteúdo. Em tempo real antes da mídia tradicional sabemos o que está acontecendo pelo mundo por pessoas que estão registrando cada acontecimento. Vivemos um grande “Big Brother” e estamos sendo vigiados. Pense no Twitter, como ele começou, um amigo vira para o outro e diz:

– “Vamos fazer um microblogging gratuito de até 140 caracteres”?
O amigo responde:
– “Ótimo, vamos começar agora”.
E nem sentaram para esboçar um plano de negócios ou pensar em formatos de pagamento.

mundomelhor

Isso é uma ruptura em antigos padrões da economia. A economia criativa está ditando as novas regras, a Internet tornou-se um mercado livre para ideias e isso nivelou o mercado. Você, que está lendo esse post pode ter uma ideia amanhã e começar sem precisar enfrentar as burocracias que o mercado colocava como barreira antes, o sentido de “Compartilhar” está formatando nossa sociedade. Diariamente, heróis anônimos constroem essa nova economia, essa nova sociedade. Algo me chamou atenção recentemente: Hopeful Petter Kverneng, 20 anos e Cathrine Johansen, 19, que eram amigos desde a época de colégio, estavam com seu grupo de amigos quando a conversa entrou no assunto “pessoas que lançaram campanhas nas redes sociais” e mesmo nunca rompendo a barreira da amizade lançaram um desafio. Kverneng escreveu um cartaz dizendo que se a foto tivesse um milhão de “curtidas” a Cathrine iria fazer sexo com ele. Resultado? Em menos de 20 horas já tinham 1 milhão de curtidas. Em seguida 2 crianças queriam um cachorro como animal de estimação e lançaram o desafio com o estímulo do pai “1 milhão de curtidas” no post pedindo um cachorrinho e até as 12h desta quinta-feira (17), contabilizavam mais de 1,6 milhão de curtidas na foto da página “Twogirlsandapuppy“. 2 irmãos brasileiros sentiram-se inspirados a fazerem o mesmo e daí me pergunto “Onde vamos parar?”, “Qual será o impacto na sociedade de atos como esse?” e convido você a uma reflexão “Uma causa importante para ajudar alguém, um grupo, um país pode-se ou deve utilizar esse método”? Será que poderemos contribuir com uma sociedade melhor e fazer o bem para alguém com compartilhamentos e curtidas? Pense nisso… Estamos conectados!

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