planejamento fan pageUm novo ano traz ares de reflexão, vontades e desejos, ele nos dá a chance de mudar e acertar onde erramos no ano interior. Em 2012 eu acompanhei muitas empresas, como clientes ou não, patinando nas redes sociais. Algumas de forma encantadora e outras nem tanto. Sem dúvida, o Facebook deve ter sido uma das redes que mais cresceu no quesito “investimento de pequenas e médias empresas”. E arrisco dizer que 2013 será o ano em que muitas delas irão começar ou aumentar o investimento nas fan pages.

Para que comecemos bem o ano, darei algumas dicas sobre o que pensar na hora de decidir o investimento ou não, ou até mesmo na hora de montar um planejamento de sua marca na rede.

1 – CUIDADO! Fan page não é a salvação!

Fico um tanto preocupado quando vejo empresas substituindo sites por fan pages. Quando você pensa em conquistar uma presença digital sólida e efetiva, você precisa ter em mente que a fan page é apenas uma das formas de alcançar isso. Cada canal possui um objetivo e maneira diferente de obter força na internet e conquistar clientes. Além disso, o Facebook traz a cada dia regras que tiram o “poder orgânico” das marcas, obrigando-nos a pagar cada vez mais para alcançar nossos próprios fãs. Por isso, não pense que a fan page irá solucionar todos os seu problemas e muito menos que você terá para sempre poder sobre sua comunidade de fãs.

2 – Tenha objetivos claros

Parece  patético, mas muitas empresas querem entrar no Facebook por modismo, pois acham que PRECISAM estar lá e pronto. Isso não deve acontecer. Trace objetivos claros antes de entrar na rede. O que você espera do trabalho? Em quanto tempo? Como? Por incrível que pareça, talvez não seja a hora de investir em uma fan page, talvez suas metas de 2013 irão ser atingidas melhorando seu atendimento ou melhorando sua cultura organizacional. Pense nisso!

3 – Crie conteúdo “compartilhável”

Assisti novamente “A Rede Social” e um trecho me fez pensar sobre se o conteúdo que as marcas produzem é “compartilhável”. Na cena em questão, Eduardo pergunta a Zuckerberg para quantas pessoas ele havia enviado o endereço do “Facemach“. Mark disse que a questão não era para quantas pessoas tinha enviado, e sim, para quantas pessoas as que receberam iriam enviar. Ali, ele já entendia o poder do “compartilhamento”. O conteúdo na rede precisa ser atraente ou curioso suficiente para que as pessoas sintam vontade de mostrar isso a um amigo. Antes de postar qualquer coisa, pense: Será que alguém compartilharia isso?

4 – Venda menos e relacione-se mais

As pessoas não querem falar com um vendedor. Quando um usuário se torna fã de sua marca, ele praticamente “assina um contrato” dizendo que sabe que irá receber conteúdo sobre sua marca. Porém, ele quer manter um diálogo e não receber posts sobre venda o dia todo. Sempre digo aos meus clientes que se você consegue manter um relacionamento verdadeiro com seus fãs, eles irão dar “brechas” para que você possa vender. Mas para isso é preciso conquistá-los e engajá-los (para facilitar, pense em engajamento como “envolvimento + participação”).

5 – Seja honesto e emocional

Atrás de cada rede existem pessoas. Penso até que o On nada mais é que “os anseios do Off”, nas redes sociais expressamos tudo que somos e não somos na vida real. Por isso, trate cada fã como se estivesse atendendo um cliente em sua loja, por exemplo. Seja mais pessoal e menos uma máquina. Imagine que sua marca seja uma pessoa e poste da forma em que essa pessoa falaria com outra. Seja honesto, verdadeiro e humano, essas características podem fazer com que você se conecte a nível pessoal com seus fãs.

Além dessas dicas, indico a leitura de alguns artigos já publicados aqui no Ideia:

Boa sorte neste ano e muito sucesso!

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Paulo Lima

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Acredita que somente pessoas são fator de mudança. Fundador e Gestor do Ideia de Marketing, é consultor em marketing e branding.