big dataVocê já deve estar cansado de ouvir sobre a enorme quantidade de informação que produzimos todos os dias na internet. Vídeos, infográficos e apresentações mostram os mais diferentes tipos de comparação com o conhecimento produzido há 10 anos. É interessante saber que temos meios para isso, mas e aí? Você sabe lidar com tanta informação?

“Ouça seu consumidor”. Você já ouviu isso quantas vezes? Pois é. Todo mundo diz que é importante ouvir o seu consumidor, mas você sabe como começar a fazer isso? Se você não tem como pagar pesquisas agora, não se preocupe. Os seus consumidores já fornecem informações valiosíssimas sem você perguntar. Basta observar como eles se comportam no seu site – quer ele seja institucional ou um e-commerce.

Se você acompanha a evolução do seu site no Google Analytics ou qualquer outra ferramenta do tipo, já possui bons dados sobre os seus visitantes e não tem desculpa para adiar aquela boa analisada no que está precisando melhorar. Outros bons métodos de acumular informações sobre quem visita são os cadastros e o clássico tracking (com cookies ou links individuais).

Quais métricas são importantes?

Cada negócio tem suas peculiaridades, mas em geral podemos apontar métricas parasites institucionais e para e-commerce. A diferença está no tipo de informação e necessidade de cadastro para continuar avançando no que você tem para oferecer.

Essas indicações básicas são só o início e devem estar no seu guia de boas práticas. Se não estão, coloque-as agora mesmo!

Primeiro vamos pensar no caso de um site unicamente institucional. Alguém que visita o site da sua empresa está atrás de informações claras e objetivas sobre o que você faz, por isso o tempo de permanência (médio e individual) de cada página é importante. Aliado a isso, veja como está a sua bounce rate (taxa de rejeição). Ela dirá quantos dos seus visitantes entrou e logo saiu de uma página. Cabe a você encontrar os meios para corrigir o que está causando essa reação dos visitantes.

Saber como aquela pessoa chegou ao seu site e para onde ela foi logo depois de sair também é importante e isso o seu Google Analytics (ou equivalente) fornece. Ter o controle de qual é a página mais visitada no seu site pode ajudar muito a definir o que o seu consumidor está procurando.

Se você está administrando um e-commerce, deve considerar as métricas já citadas com alguma ênfase diferente. O bounce rate, por exemplo, deve ser baixo nas páginas de categorias de produto, afinal a ideia é que a pessoa chegue, escolha um produto da sua “vitrine” e siga em frente.

Além disso, uma loja virtual exige informações mais específicas que são obtidas no cadastro do seu cliente e também com os cookies. Manter um banco de dados atualizado no seu software de CRM garante que você possa oferecer os produtos certos às pessoas certas observando informações como as principais categorias de compra, valor total do carrinho e até mesmo o temido “abandono de carrinho”.

Como usar essas informações?

Tudo isso precisa ser analisado com bastante cuidado para que você possa chegar a uma conclusão efetiva do que deve ser feito. Você pode chegar a três possíveis resultados: previsão de tendências; solução de problemas atuais; controle do seu negócio. Convenhamos, todos eles são positivos.

Ao saber como os seus visitantes estão utilizando a sua página, você pode prever comportamentos e descobrir qual será a principal demanda dos próximos meses, determinar fads e outros potenciais. Além disso, analisar e interpretar essas informações faz com que você possa reparar erros ou otimizar o que já caminha bem.

Agrupar seus visitantes ou consumidores em clusters pode poupar muito trabalho na hora de fazer uma promoção especial, direcionar anúncios ou conteúdo específico. Dessa maneira você diminui o ruído para chegar ao seu objetivo e tem mais chances de aumentar a sua taxa de conversão.

Ainda assim, não existe nada que vá garantir total sucesso de uma só vez. É preciso fazer diversos testes, medir o retorno dos seus visitantes a partir das mudanças e aprender com os acertos e erros. Informações deste tipo são produzidas a todo instante e em volumes enormes. Você só precisa estar atento ao que realmente importa e saber “peneirar” o que pode ser útil.

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Jornalista, especialista em Marketing e Novas Tecnologias em Jornalismo, anda pela internet desde os idos de 1997, quando os modens ainda “cantavam” na hora de conectar. O que realmente prende a sua atenção é o conteúdo e as suas estratégias.

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