Moldados por uma cultura de falácias fortalecida pelo automatismo das tecnologias e dos ambientes virtuais, empreendedores e lideranças têm encontrado dificuldade em construir parcerias agregadoras ao desenvolvimento e evolução de seus negócios.
Na era em que “discursos de feitos” e “do iremos fazer” se tornaram comuns para uma sociedade entregue à inércia de atitudes e intervenções transformadoras dos cenários indesejados, não é de se admirar que empreendimentos, projetos e ideias estejam se movendo na mesma direção.

Créditos da imagem: http://bit.ly/MTNrkQ
Moldados por uma cultura de falácias fortalecida pelo automatismo das tecnologias e dos ambientes virtuais, empreendedores e lideranças têm encontrado dificuldade em construir parcerias agregadoras ao desenvolvimento e evolução de seus negócios.
Práticas individualistas, enunciados estratégicos vagos e pouco mobilizadores fundamentam a missão, visão e “outras frases de efeito” utilizadas no ambiente de negócios. Elementos direcionadores como o planejamento, ferramenta de suma importância para identificação e construção de forças verdadeiramente comprometidas, recebe cada vez menos atenção. O resultado? Grandes ideias estagnadas e Lideranças confusas, incapazes de seguir em frente, sejam por desconhecer o próximo passo ou por não conseguirem aliados que os siga naquela jornada.
A falta de organização e preparo de empreendedores idealistas acaba gerando teorias incondizentes às práticas, o que interfere também na sua credibilidade perante os profissionais que compõem o negócio. Os colaboradores formam a primeira grande parceria de quaisquer empresas, o que requer alinhamento dos propósitos organizacionais aos pessoais e profissionais da equipe. O compromisso esperado é, na verdade, um reflexo daquele que é proporcionado.
O pensar fora da caixa
O “pensar fora da caixa” já se tornou um clichê. Empreendedores estão pensando e falando muito, mas esquecendo de agir, de rever os próprios comportamentos. Mudar do falar para o fazer pode ser uma experiência única e vantajosa, principalmente, para aqueles que amam o que fazem. Estude, planeje, organize-se e compartilhe com as pessoas “o que você quer fazer, para quem e por qual motivo”. Provavelmente, você vai encontrar profissionais qualificados que tem a mesma paixão que você. Então estará diante das pessoas certas para se firmar um belo compromisso de sucesso. Boa reflexão e até o próximo post! Uma nova semana repleta de realizações.








4 comments
Fabio Santos says:
Jul 10, 2012
Olá Zélia. Gostaria muito de agradecer este belo texto. Escrito de forma, simples, Interessante e atraente. Revela verdades profundas e tão válidas sobre o empreendedorismo hoje, quanto serão amanhã, ou daqui a 100 anos. O texto exemplifica claramente como conhecimento prático e de valor incalculável, ainda continua disponível gratuitamente na web. Pois não é a tecnologia que faz a diferença, mas sim o uso que fazemos dela.
E a primeira tecnologia que temos acesso, é o nosso próprio corpo, e o trabalho é o nosso relacionamento com outros. Por isto, concordo com você e só posso re-enforçar tudo que disse no texto. Como empreendedor, tenho lidado com todas estas situações que você mencionou. Dentre elas o aprendizado é para mim a mais importante. Saber aprender o que se precisa e não apenas o que se quer é um desafio constante no nosso meio.
Pois, é o conhecimento que nos permite continuar prosseguindo e mudar as práticas individualistas, frases de efeito e as Grandes ideias estagnadas das Lideranças confusas, em resultado e realização. E dentro de tudo isto, acredito que o aprender a colaborar seja o ponto principal de nossa caminhada. Já que colaboração requer alinhamento dos propósitos organizacionais, pessoais, profissionais e interpessoais.
Eu digo que Precisamos fazer muitas fezes o que não queremos ou gostamos para alcançar os resultados que desejamos. E se realmente desejarmos tais resultados, aprenderemos que não basta apenas fazer, precisaremos aprender a gostar de fazer. Ou seja, um bom empreendedor controla suas atitudes, ele é capaz de mudar a forma como vê as coisas.
Se não for assim, como poderemos então agradar cientes diversos e gerir uma empresa, se não conseguimos lidar com pessoas de que não “gostamos”, ou não entendemos. Superar e vencer preconceitos, ideias retrogradas e prejudiciais são, sem dúvida, o primeiro passo de todo empreendedor. Pois assim, podemos passar a pensar fora da caixa craniana do eu, e podemos começar a entender o verdadeiro sentido do universo ainda inexplorado que chamado nós.
p.s, o que acha de escrever um post sobre capital-social? acho que seria uma ótima continuação para este.
[Reply]
Zélia Oliveira says:
Jul 18, 2012
Olá Fabio! Muito obrigada pela bela e agregadora participação conosco! Realmente é um tema que demanda certa maturidade para interpretação e implantação. No entanto, àqueles que iniciarem seus empreendimentos já com este foco economizarão tempo e dinheiro além de construir negócios mais sólidos e rentáveis. Agradeço imensamente por compartilhar seu tempo e opinião conosco! Grande abraço e sucesso!
[Reply]
Regiane Rodrigues Rosa says:
Ago 23, 2012
Boa noite Zélia
Eu estou fazendo meu TCC sobre Marketing interno e estou adorando esses artigos que vc publicou tenho certeza que vc já esta contribuir muito com meu Trabalho.Meu titulo é :
A contribuição do Marketing interno para a motivação dos colaboradores de uma organização.
meu e-mail: regianerr@gmail.com
Aguardo resp;
grata
Regiane Rosa
[Reply]
Zélia Oliveira says:
Ago 31, 2012
Olá Regiane, boa tarde! Peço que desculpe, por favor, a demora em respondê-la. Fico muito feliz que esteja gostando e que de alguma forma, nosso trabalho esteja contribuindo para com seus estudos. Parabéns pela escolha, é um ótimo tema! Fique à vontade para nos contatar, enviar opiniões, sugestões! Abraços, excelente fim de semana! Sucesso!
[Reply]