Conforme foi enfatizado no post anterior networking não se resume a troca de cartões, conhecer o máximo de pessoas, demonstrar interesse genuíno em alguém que possas precisar. Exige muito mais de você. E esse “mais” é um nível de comprometimento e lealdade, relacionamento do tipo “Pode me ligar a qualquer hora sempre que precisar”, uma espécie de tábua da salvação, porque em muitos momentos, nossas relações são tudo que nos restam. Pare e pense quantas pessoas passam muitas vezes despercebidas por nós e não temos a capacidade de impactar ou sermos impactados pelas vidas delas. Já sentiu algo em você quando após anos sem ver uma pessoa e de repente ainda sabes o nome dela? Já viu  a expressão de satisfação por ela ser lembrada? O sentimento de humildade e gratidão? Algumas pessoas defendem que criar uma rede de contatos é algo egoísta que privilegia apenas as vantagens que a outra pessoa tem a oferecer e, muitos ainda, se vêem obrigados a exercer esse tipo de ação e sabe qual o resultado? Relacionamentos frios e impessoais.

Entretanto, networking pode ser realizado de forma diferente, criar uma rede de contatos eficiente envolve confiança, respeito e ausência de preconceitos. Para isso é necessário ativar o “click” assim como seu contato, ou seja, compartilhar do mesmo ponto de vista e objetivos para trazer um sonho à realidade, fazendo diferença na comunidade global, e possibilitar a colheita de altos rendimentos pessoais ou empresariais. Como diz George Carlin, “A vida não é medida em função do número de vezes que respiramos, e sim das vezes que ficamos sem ar”. Networking é muito associado a colocação profissional, negócios, mas podemos desfrutar dessa prática a níveis pessoais.

Networking construído formalmente fornece a sensação que todos estão presentes para conseguir algo e essa coisa pode ser você, pessoal ou profissionalmente. Em um mundo que o downsizing corporativo, tecnologia e desconfiança criam obstáculos para o relacionamento interpessoal e estabelecer networking verdadeiro possibilita a reconexão com homens e mulheres sem o interesse de forma negativa. Responda para si estas questões: “Por que algumas pessoas se isolam socialmente?”, “Qual a influência da Internet, expansão urbana sem controle, famílias em que os pais possuem um plano de carreira e a televisão nesse isolamento?”, “O que pode ser feito para ajudar essas pessoas?”.

Antes, a maior parte da interação social em família eram feitas ao redor de rádio, televisão mas agora que seriados, jornais e outras atividades migraram para os desktops, notebooks, laptops e celulares, impuseram de certo modo uma espécie de isolamento. E como fica o ser humano, cuja principal característica é o social? Segundo alguns especialistas esses problemas podem ser resolvidos de forma simples: Criando maior envolvimento com as comunidades que convivemos e passando mais tempo com as pessoas que nos trazem bem. Um local de trabalho aconchegante também ajuda muito. Entrar em contato com um desconhecido que você não fala com frequência também pode lhe salvar. Estamos conect@dos! Bom networking!

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