Já são 150 mil empregos formais no setor da economia criativa que movimentam R$ 40 bilhões apenas na cidade de São Paulo. Músicos, artistas, designers, escritores, artesões… ganham cada vez mais espaço no mercado e conseguem se sustentar fazendo o que mais gostam.

A economia criativa foca na criatividade, imaginação e inovação, uma tendência de negócio que deve crescer a cada ano. As corporações perceberam o quanto investir em criatividade pode ser lucrativo, isso porque, ainda não existem máquinas com percepções e sentimentos como em seres humanos.

Com isso, serviços e produtos existentes ganham uma otimização humana, se podemos dizer assim, aproximando negócios com cultura, entretenimento e lazer. Modelos de gestão e negócios arcaicos, perdem aos poucos sua hegemonia.  Essa nova economia são de empreendedores que querem Heróis ao invés de Robôs em seu quadro de funcionários! Para isso, proporcionam ambientes agradáveis para o trabalho, incentivos que vão além de prêmios e investem na inteligência criativa.

Este caminho já é trilhado por países desenvolvidos e aos poucos ganha forma também em países em desenvolvimento. No Brasil, as empresas de pequeno porte são as mais criativas e tem como setores mais representativos o da moda, arquitetura e design.

O “Pensar Design” (Design Thinking) faz parte de cenário, em cada processo do produto ou serviço, os funcionários não buscam apenas atender as expectativas do cliente mas também superá-las.  Buscando a excelência em cada ponto de contato com a marca e  proporcionando experiências além de produtos.

 

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Acredita que somente pessoas são fator de mudança. Fundador e Gestor do Ideia de Marketing, é consultor em marketing e branding.